domingo, 27 de fevereiro de 2011

A Necessidade de Aprovação e Reconhecimento


Por Osho

"A questão é do Kendra.

É preciso lembrar que a necessidade de obter aprovação e de ser reconhecido é uma questão que diz respeito a todo mundo. A estrutura de toda a nossa vida é essa que nos foi ensinada: a menos que exista um reconhecimento, nós somos ninguém, nós não temos valor.

O trabalho não é o importante, mas sim o reconhecimento. E isso coloca as coisas de cabeça para baixo. O trabalho deveria ser o importante – uma alegria em si mesmo. Você deveria trabalhar, não para ser reconhecido, mas porque você curte ser criativo, você ama o trabalho em si mesmo.

Existiram poucas pessoas como Vincent Van Gogh, capazes de escapar da armadilha que a sociedade lhes impingiu. Ele continuou pintando – com fome, sem casa, sem agasalhos, sem remédios, doente – mas ele continuou pintando. Nem uma pintura sequer estava sendo vendida, não havia reconhecimento de parte alguma, mas o estranho era que em tais condições ele ainda era feliz – feliz porque era capaz de pintar o que queria pintar. Reconhecido ou não, o seu trabalho era intrinsecamente valioso.

Aos trinta e três anos ele cometeu suicídio – não por causa de alguma miséria ou angústia, mas simplesmente porque ele havia pintado o seu último quadro, um pôr-do-sol, no qual havia trabalhado por quase um ano. Ele tentou dezenas de vezes e destruiu, porque não havia atingido aquele seu padrão. Finalmente ele conseguiu pintar o pôr-do-sol da maneira como desejava.

Ele cometeu suicídio escrevendo uma carta para seu irmão, 'Eu não estou cometendo suicídio por desespero. Eu estou cometendo suicídio por não mais existir qualquer motivo para continuar vivendo – o meu trabalho está concluído. Além disso, tem sido difícil encontrar alternativas para meu sustento. Até aqui as coisas estavam indo bem, porque eu tinha algum trabalho para fazer, algum potencial dentro de mim precisava se exteriorizar, tinha que florescer. De modo que agora, não há sentido em viver como um mendigo. Eu ainda não tinha pensado e nem mesmo tinha olhado para isso, mas agora essa é a única coisa a ser feita. Eu floresci até o meu limite máximo, eu estou realizado, e agora parece ser apenas uma estupidez ficar me arrastando, procurando alternativas de sustento. Por que razão? Para mim isso não é um suicídio; eu apenas cheguei a uma realização, a um ponto final e alegremente estou deixando o mundo. Alegremente eu vivi e alegremente estou deixando o mundo.'
Agora, após quase um século, cada uma de suas pinturas vale milhões de dólares. Existem apenas duzentas pinturas disponíveis. Ele deve ter pintado milhares, mas elas foram destruídas; e ninguém prestou atenção nelas.

Agora, ter um quadro de Van Gogh significa que você tem um senso estético. O quadro dele traz um reconhecimento para você. O mundo não deu qualquer reconhecimento ao trabalho dele, mas ele nunca se preocupou com isso. E esta deve ser a maneira de ver as coisas: você deve trabalhar se amar aquele trabalho.

Não peça reconhecimento.
Se ele vier, aceite-o tranqüilamente; se ele não vier não pense a respeito.

A sua realização deve estar no próprio trabalho. E se todos aprendessem esta simples arte de amar o seu trabalho, seja qual ele for, curtindo-o sem pedir por qualquer reconhecimento, nós teríamos um mundo mais belo e mais celebrante. Do jeito que o mundo é, vocês têm estado presos num padrão miserável. O que você faz é bom, não porque você ama fazê-lo, não porque você o faz perfeitamente, mas porque o mundo o reconhece, lhe dá uma premiação, lhe dá medalhas de ouro, prêmios Nobel.

Eles têm tirado todo o valor intrínseco da criatividade e destruído milhões de pessoas – pois você não pode dar prêmios Nobel a milhões de pessoas. E têm criado o desejo por reconhecimento em todo mundo, de modo que ninguém consegue trabalhar em paz, curtindo qualquer coisa que esteja fazendo. E a vida consiste em pequenas coisas. Para as pequenas coisas não existem premiações, nenhum título concedido pelos governos, nenhuma graduação honorária dada pelas universidades.
Um dos grandes poetas do século XX, Rabindranath Tagore, viveu em Bengala, Índia. Ele publicou suas poesias e seus romances em bengali – mas não recebeu qualquer reconhecimento. Então ele traduziu um pequeno livro, GITANJALI, Oferta de Canções, para o inglês. E ele estava consciente de que o original tinha uma beleza que a tradução não tinha e não conseguiria ter – porque essas duas línguas, o bengali e o inglês têm estruturas diferentes, maneiras diferentes de expressar.

O bengali é muito doce. Mesmo se estiver brigando, vai parecer que você está envolvido numa conversação agradável. É uma linguagem muito musical, cada palavra é musical. Essa qualidade não existe no inglês, não pode ser trazida para ele. O inglês tem qualidades diferentes. Mas de alguma maneira ele conseguiu traduzir e a tradução – que é pobre comparada com o original – recebeu o prêmio Nobel. Então, de repente, toda a Índia ficou sabendo. O livro esteve disponível em bengali e em outros idiomas indianos por anos, e ninguém prestava atenção nele.

Todas as universidades quiseram lhe dar um título de Doutor. Calcutá, onde ele vivia, foi a primeira universidade a lhe conceder o título de Doctor of Letters. Ele recusou, dizendo, 'Vocês não estão dando uma graduação a mim nem estão reconhecendo o meu trabalho, vocês estão dando reconhecimento ao prêmio Nobel, porque o livro esteve aqui de uma forma muito mais bela e ninguém se preocupou em escrever ao menos uma crítica'. Ele recusou-se a receber qualquer doutorado honorário. Ele dizia, 'Isso é um insulto para mim'.

Jean-Paul Sartre, um dos grandes romancistas e homem de tremendo insight sobre a psicologia humana, recusou o prêmio Nobel. Ele disse, 'Eu recebi recompensa suficiente enquanto estava criando o meu trabalho. Um prêmio Nobel não consegue acrescentar coisa alguma a isso – ao contrário, ele me joga para baixo. Ele é bom para amadores que estão em busca de reconhecimento, eu já sou bastante velho, eu já desfrutei o suficiente. Eu amei tudo o que fiz. Essa foi a minha própria recompensa, eu não quero qualquer outra recompensa, porque nada pode ser melhor do que aquilo que eu já recebi.' E ele estava certo. Mas as pessoas certas são poucas no mundo. O mundo está cheio de pessoas vivendo dentro das armadilhas.

Por que você deve se preocupar com reconhecimento?

Preocupação com reconhecimento somente faz sentido se você não ama o seu trabalho, nesse caso ele não tem significado, então o reconhecimento parece ser um substituto. Você detesta o trabalho, não gosta dele, mas você o faz porque será reconhecido, será apreciado e aceito. Ao invés de pensar no reconhecimento, reconsidere o seu trabalho. Você gosta dele? – então ponto final. Se você não gosta, então, troque-o!

Os pais e os professores estão sempre reforçando que você deve ser reconhecido, que deve ser aceito. Esta é uma estratégia muito esperta para manter as pessoas sob controle.

Quando eu cursava a universidade, me disseram repetidas vezes, 'Você deve parar de fazer essas coisas… Você continua formulando perguntas que sabe perfeitamente bem que não podem ser respondidas e que colocam o professor numa situação embaraçosa.Você tem que parar com isso, caso contrário essas pessoas irão se vingar. Elas têm o poder e poderão reprová-lo.' 

Eu dizia, 'Não me preocupo com isso. Neste momento eu estou curtindo formular perguntas e fazê-los sentirem-se ignorantes. Eles não são corajosos o bastante para simplesmente dizer, 'Eu não sei.' Desse modo, não haveria qualquer embaraço. Mas eles querem fingir que sabem tudo. Eu estou curtindo isso; a minha inteligência está sendo aguçada. Quem se preocupa com exames? Eles poderão me reprovar apenas quando eu aparecer nos exames – e quem vai aparecer? Se eles estiverem com essa idéia de que podem me reprovar, eu não entrarei nos exames, e repetirei a mesma série. Eles terão que me aprovar pelo simples medo de ter que me encarar por mais um ano novamente.'
Todos eles me aprovaram e me ajudaram a passar porque queriam ficar livres de mim. Aos olhos deles, eu estava destruindo os outros estudantes, porque eles começaram a questionar coisas que, por séculos,eram aceitas sem questionamentos.

Quando eu estava ensinando na universidade, a mesma coisa aconteceu, sob um ângulo diferente. Agora eu estava formulando perguntas aos estudantes para trazer a atenção deles ao fato de que todo o conhecimento que eles tinham acumulado era emprestado e que eles nada sabiam. Eu lhes dizia que não me importava com a graduação deles, eu me importava com a experiência autêntica deles – e eles não tinham nenhuma. Eles estavam simplesmente repetindo os livros, que estavam desatualizados, que já tinha sido provado que estavam errados há muito tempo. Agora as autoridades da universidade estavam ameaçando-me, 'Se você continuar por esse caminho, atormentando os alunos, você será colocado para fora da universidade.'
Eu disse, 'Isso é estranho – eu era um estudante e não podia formular perguntas aos professores; agora eu sou um professor e não posso formular perguntas aos estudantes! Então, qual função esta universidade está preenchendo? Este deve ser um lugar onde as perguntas são formuladas, onde os questionamentos começam. As respostas devem ser encontradas na vida e na existência, não nos livros.
Eu disse, 'Vocês podem me colocar para fora da universidade, mas lembrem-se, estes mesmos estudantes, em nome de quem vocês estão me colocando para fora, irão reduzir a cinzas toda a universidade. Eu disse ao vice-reitor, 'Você deve vir e ver a minha sala'.
Ele não conseguiu acreditar – na minha sala havia pelo menos duzentos estudantes… E não havia espaço, de modo que eles sentavam em qualquer lugar que encontrassem – nas janelas, no chão. Ele disse, 'O que está acontecendo, pois tem apenas dez alunos matriculados na sua matéria?'
Eu disse, 'Essas pessoas vêm para ouvir. Elas abandonam as suas aulas e adoram estar aqui. Esta aula é um diálogo. Eu não sou superior a eles e eu não posso recusar ninguém que queira vir à minha aula. Se ele é meu aluno ou não, não importa, se ele vem me ouvir, então é meu aluno. Na verdade, você deveria me permitir utilizar o auditório. Estas salas de aula são muito pequenas para mim.'
Ele disse, "Auditório? Você quer dizer, toda a universidade reunida no auditório? O que, então, os outros professores estarão fazendo?'
Eu disse, 'Isso é bom para eles pensarem a respeito. Eles deveriam ir embora e se enforcar! Eles deveriam ter feito isso há muito tempo. Ao ver que seus alunos não estavam indo assistir suas aulas, isso já era uma indicação suficiente.'
Os professores ficaram com raiva e as autoridades também.Finalmente eles tiveram que me ceder o auditório, mas com muita relutância, porque os alunos ficaram pressionando. Mas eles disseram, 'Isto é estranho, alunos que nada têm a ver com filosofia, religião ou psicologia, por que eles devem estar indo lá?'
Muitos alunos disseram ao vice-reitor, 'Nós gostamos disso. Não sabíamos que filosofia, religião e psicologia poderiam ser tão interessantes, tão intrigantes, senão já teríamos nos inscrito nelas. Nós pensávamos que essas matérias eram secas e que somente um tipo de pessoas muito ligado a livros se inscreveria nelas. Nós nunca tínhamos visto pessoas com muita energia se inscrevendo nessas matérias. Mas esse homem fez com que essas matérias ficassem tão significantes que parece que mesmo se formos reprovados em nossas próprias matérias, isso não vai importar. O que nós estamos fazendo está tão correto e está tão claro para nós, que nem pensamos em mudar isso.'
Contra o reconhecimento, contra a aceitação, contra as graduações…

Mas, finalmente, eu tive que deixar a universidade, não por causa de suas ameaças, mas porque eu reconheci que aquilo era um desperdício, pois milhares de estudantes poderiam ser ajudados por mim. Eu poderia ajudar milhões de pessoas do lado de fora, no mundo.

Por que eu deveria permanecer apegado a uma pequena universidade?
O mundo inteiro poderia ser a minha universidade.

E você pode ver.
Eu fui condenado.

Esse foi o único reconhecimento que eu recebi.

Eu fui descrito de maneira totalmente incorreta. Tudo o que pode ser dito contra uma pessoa, foi dito contra mim; tudo o que pode ser feito contra um homem foi feito contra mim. Você acha que isso é reconhecimento? Mas eu amo o meu trabalho. Eu o amo tanto que nem mesmo o chamo de trabalho; eu simplesmente o chamo de minha alegria.

E todas as pessoas mais velhas, bem reconhecidas, me diziam, 'O que você está fazendo não irá lhe trazer qualquer respeitabilidade no mundo.'
Mas eu dizia, 'Eu nunca pedi por isso e não vejo o que poderei fazer com a respeitabilidade. Eu não posso comê-la nem bebê-la.'
Aprenda uma coisa básica. Faça o que você quer fazer, o que ama fazer, e nunca peça por reconhecimento. Isso é mendicância. 

Por que alguém deve pedir por reconhecimento?
Por que alguém deve ansiar por aceitação?

Olhe no fundo de si mesmo. Talvez você não goste do que está fazendo, talvez você tenha medo de encarar que está no caminho errado. A aceitação irá ajudá-lo a achar que está certo. O reconhecimento irá fazê-lo achar que está indo para o objetivo correto.

A questão diz respeito aos seus próprios sentimentos internos, ela nada tem a ver com o mundo externo. Por que depender dos outros? Todas essas coisas dependem dos outros – você está se tornando dependente.

Eu não aceitarei qualquer prêmio Nobel. Toda essa condenação de todas as nações ao redor do mundo, de todas as religiões, é mais valiosa para mim. Aceitar o prêmio Nobel significa que eu estou me tornando dependente – agora eu não estarei mais satisfeito comigo mesmo, mas sim com o prêmio Nobel. Neste exato momento eu só posso estar satisfeito comigo mesmo, nada mais existe com que eu possa me satisfazer.

Dessa maneira você se torna um indivíduo. Para ser um indivíduo, viva em total liberdade, apoiado em seus próprios pés, beba a sua própria fonte. Isso é o que torna um homem verdadeiramente centrado, enraizado. Este é o início do seu florescimento supremo.
Essas pessoas tidas como reconhecidas, honradas, estão cheias de lixo e de nada mais. Mas elas estão cheias do lixo que a sociedade quer que elas estejam repletas – e a sociedade as compensa lhes dando premiações.

Qualquer homem, que tem algum senso de sua individualidade, vive pelo seu próprio amor, pelo seu próprio trabalho, sem se preocupar com o que os outros pensam a respeito. Quanto mais valioso for o seu trabalho, menor será a chance de obter alguma respeitabilidade para com ele. E se o seu trabalho for o trabalho de um gênio, então você não verá nenhum respeito enquanto viver. Você será condenado enquanto viver… Depois de dois ou três séculos, erguerão estátuas para você, os seus livros serão respeitados – porque demora quase dois ou três séculos para a humanidade compreender o tamanho da inteligência que um gênio tem hoje. O espaço de tempo é grande.

Sendo respeitado por idiotas, você terá que se comportar de acordo com suas maneiras e expectativas. Para ser respeitado por essa humanidade doente, você terá que ser mais doente que ela. Então eles irão respeitá-lo. Mas, o que você irá ganhar? Você perderá a sua alma e nada ganhará."


LUZ!

Os Dez Mandamentos do Empreendedor


Achei muito interessante uma pesquisa que foi divulgada na Revista Brasileira de Administração que é publicada pelo Conselho Federal de Administração que comenta sobre as qualidades especiais do empreendedor. Esta receita, como intitula o autor deste texto, João Humberto de Azevedo, revela aEmpreendedor de Idéias personalidade de empreendedores de sucesso que não ficaram parados e foram a luta.




Podemos inclusive aproveitar este gancho, quando da leitura destes 10 mandamentos, e fazermos uma analogia de nós como empreendedores dentro de nosso trabalho. O nosso comportamento como empreendedor e como funcionários em uma organização. Pois em dias atuais este papel de inovação mais persistência fazem parte do perfil profissional.

Os dez mandamentos

1 – Assumir Riscos – É a primeira e uma das maiores qualidades do verdadeiro empreendedor. Arriscar conscientemente é ter coragem de enfrentar desafios, de tentar um novo empreendimento, de buscar, por si só, os melhores caminhos, é ter autodeterminação. Os riscos fazem parte de qualquer atividade e é preciso aprender a lidar com eles.

2 – Identificar oportunidades – Ficar atento e perceber, no momento certo, as oportunidades que o mercado oferece e reunir condições propícias para a realização de um bom negócio é outra marca importante do empresário bem sucedido. Ele é um individuo curioso e atento a informação, pois sabe que suas chances melhoram quando seu conhecimento aumenta.

3 – Conhecimento – Quanto maior o domínio de um empresário sobre um ramo de negócio, maior a sua chance de êxito. Esse conhecimento pode vir da experiência prática, de informações obtidas em publicações especializadas, em centros de ensino, ou mesmo de “dicas” de pessoas que montaram empreendimentos semelhantes.

4 – Organização – Ter capacidade de utilizar recursos humanos, materiais, (financeiros e tecnológicos) de forma racional. Resumindo: ter organização. É bom não esquecer que, na maioria das vezes, a desorganização – principalmente no início do empreendimento – compromete seu funcionamento e seu desempenho.

5 – Tomar decisões – O sucesso de um empreendedor, muitas vezes, está relacionado com capacidade de decidir corretamente. Tomar decisões acertadas é um processo que exige levantamento de informações, análise fria da situação, avaliação das alternativas e escolha da solução mais adequada. O verdadeiro empreendedor é capaz de tomar decisões corretas na hora certa.

6- Liderança – Liderar é saber definir objetivos, orientar tarefas, combinar métodos e procedimentos práticos, estimular as pessoas no rumo das metas traçadas e favorecer relações equilibradas dentro da equipe de trabalho em torno do empreendimento. Dentro e fora da empresa, o homem de negócios faz contatos. Seja com clientes, fornecedores e empregados. Assim, a liderança tem que ser uma qualidade sempre presente.

7 – Dinamismo – Um empreendedor de sucesso nunca se acomoda, para não perder a capacidade de fazer com que simples idéias se concretizem em negócios efetivos. Manter-se sempre dinâmico e cultivar um certo inconformismo diante da rotina é um dos seus lemas preferidos.

8 – Independência – Determinar os seus próprios passos, abrir seus próprios caminhos, ser seu próprio patrão, enfim, buscar a independência é a meta importante na busca do sucesso. O empreendedor deve ser livre, evitando protecionismo que, mais tarde, possam se transformar em obstáculos aos negócios. Só assim surge a força necessária para fazer valer seus direitos de cidadão e empresário.

9 – Otimismo – É uma característica das pessoas que enxergam o sucesso, em vez de imaginar o fracasso. Capaz de enfrentar obstáculos, o empresário de sucesso sabe olhar além e acima das dificuldades.

10 – Tino empresarial – O que muita gente acredita ser um “sexto sentido”, intuição, faro empresarial, típicos de gente bem-sucedida nos negócios é, na verdade,na maioria das vezes, a soma de todas as qualidades descritas até aqui. Se o empreendedor reúne a maior parte destas características aterá grandes chances de êxito. Quem quer se estabelecer por conta própria no mercado brasileiro e, principalmente, alçar vôos mais altos, na conquista do mercado, deve saber que clientes, fornecedores e mesmo os concorrentes só respeitam os que se mostram a altura do desafio.

Pense e reflita nestas qualidades. Seja um empreendedor… um empreendedor de idéias.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Os 10 mandamentos dos sites corporativos

Terça-feira, 22/02/2011 às 09h00, por Esther Hinrichsen

1º mandamento: Não deixarás o site pesado.


Mesmo sua empresa tendo
 uma internet muito boa, seu
cliente pode não ter. 
Ainda existem pessoas que
usam internet discada, e 
um site pesado demora 
muito para abrir. Isso pode
fazer com que potenciais
clientes simplesmente 
desistam de acessá-lo.


2º mandamento: Não poluirás seu site.
Tenha em mente que o chique é ser simples. Um bom site corporativo não 
tem que ter 10 mil cores diferentes ou 500 efeitos de deixar qualquer um de 
boca aberta. Bom é aquele que tem poucas cores e faz com que elas 
sejam harmoniosas, sem agredir os olhos dos internautas. Quanto aos
 efeitos especiais, use-os com moderação. Tudo o que há em excesso, 
em vez de ser moderno, pode ser irritante.

3º mandamento: Testará seu site em vários browsers.
Para alguns profissionais de TI, é difícil entender por que ainda existem
 pessoas que insistem em utilizar o Internet Explorer como browser. 
Por isso, lembre-se de testar seu site nos principais browsers para
 ter certeza de que, independentemente do browser utilizado pelo
 internauta, ele verá o site da forma correta.

4º mandamento: Não deixará seu site uma baderna.
O site é a fachada de sua empresa na internet. Deixá-lo bagunçado 
é o mesmo que receber um cliente num escritório sujo e 
desorganizado. A impressão não será boa, e isso pode acarretar
 no sumiço deles.

5º mandamento: Site não é lugar para brincar de esconde-esconde.
Uma das piores coisas é ficar escondendo links importantes.
 Quanto mais prático seu site for, mais o cliente irá gostar. 
As pessoas tendem a não ter muita paciência na internet, 
pois a associam a algo ágil e prático. Quanto menos cliques, 
melhor.

6º mandamento: Revisará todo o texto que for publicado.
Os textos de um site devem ser muito bem escritos. Uma vírgula 
no lugar errado pode fazer com  que o cliente entenda 
erroneamente o que se quis dizer. Tome cuidado também com
 os erros ortográficos, que são um dos maiores “pecados”
 que seu site poder ter. Isso transmite claramente uma imagem
 de descaso e de falta de profissionalismo por parte de sua empresa.

7º mandamento: Responderás os e-mails de contatos feitos
 pelo site.
Não responder os e-mails que foram enviados pelo site pode lhe 
trazer alguns problemas. Primeiramente, o cliente poderá 
acreditar que o site não está funcionando direito e com isso não
 fazer uma segunda tentativa. Ou, pior ainda, pode acreditar que 
está havendo um descaso por parte da empresa.


8º mandamento: Não colocarás aquilo que não podes oferecer.
Não pense que quanto mais serviços você colocar em seu site
 corporativo, mais bonito ele ficará. Se algum cliente entrar em 
contato solcitando um serviço anunciado no site que a 
empresa não pode oferecer, o descrédito será total.

9º mandamento: Terás referências.
Atualmente, as pessoas sempre procuram referências antes 
de comprar ou de solicitar qualquer tipo de serviço. Por isso, é
 interessante ter uma página na qual se apresente clientes 
satisfeitos. Colha depoimentos e os publique com autorização
 dos clientes.

10º mandamento: Integrará seu site com mídias sociais.
As mídias sociais farão o papel de “outdoor eletrônico” para sua 
empresa, enquanto o site será sua sede. A boa integração entre 
ambos é sempre importante, pois a partir das mídias sociais
 você atrairá novos clientes e manterá os atuais sempre atualizados.

Por fim, procure uma boa empresa para criar e para 
atualizar seu site corporativo. Profissionais “quebra-galho”
 não darão conta do recado. Lembre-se da importância que um 
site tem para o seu negócio.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO

Por Priscilla Ramos de Moraes


Os processos produtivos e os modelos de gestão estão sendo profundamente transformados diante da sucessão de eventos econômicos e do surgimento de novas tecnologias. O processo de criatividade e inovação desponta como ferramenta primordial para o sucesso organizacional no limiar de uma era de transformações econômicas e tecnológicas. Os gestores modernos precisam levar em consideração não só fatores econômicos e tecnológicos ao desenvolverem a gestão de suas empresas. É preciso estar atento a fatores psicológicos e comportamentais da gestão. Realizou-se uma pesquisa exploratória com o objetivo de mostrar como a criatividade e a inovação auxiliam a gestão. Foram pesquisados diversos modelos de gestão e o papel da criatividade e da inovação na gestão e no processo produtivo de grandes empresas, além de serem realizadas pesquisas sobre o desenvolvimento do processo criativo e as diversas abordagens psicológicas envolvidas na criatividade, bem como sua aplicabilidade no âmbito empresarial. Os resultados mostraram que produtos inovadores representam maior vantagem competitiva para as empresas e que empresas com uma cultura voltada para a criatividade e inovação têm mais chances de sucesso no mercado. Os resultados mostraram também que os cursos superiores de Administração de Empresas ainda são deficientes no ensino da criatividade e inovação. Métodos tradicionais de ensino e avaliação não favorecem a criatividade dos alunos. No entanto, dadas as exigências do mercado, as universidades terão que se adaptar e oferecer ao mercado profissionais mais competentes e qualificados, incluindo a criatividade e a inovação em sua grade curricular. As empresas darão prioridade para a contratação de profissionais criativos e inovadores pois estes garantem uma boa dinâmica na empresa e alavancam os negócios, transformando a criatividade e a inovação em elementos-chave para a sobrevivência das empresas em épocas de crise.


Fonte http://administradores.com.br/

Obtenha sucesso com o seu e-commerce


Entrar nesse mercado de comércio eletrônico é relativamente simples, porém há algumas atitudes que devem ser tomadas pelo empreendedor para que o negócio atinja os objetivos e permaneça fazendo sucesso neste ramo.
É fundamental que o lojista conheça o mercado que está entrando, quanto de retorno financeiro ele terá em média e em quanto tempo, a quantidade de estoque que ele precisará disponibilizar para os clientes e é preciso conhecer os fabricantes e manter contato com os fornecedores dos produtos com os quais trabalhará, pois dessa forma, ele sempre ficará próximo do mercado em que está.
Uma das formas eficazes de monitorar a sua área de negócios é ficar atento ao conteúdo dasredes sociais, porque é por lá que fica muito mais fácil conseguir mensurar todas as notícias em um único lugar, descobrir novos sites com novos dados e profissionais da área.
Conhecer o mercado e analisar as opiniões dos clientes é um fator muito importante. É necessário estudar essas informações cuidadosamente, agrupar as ideias dos clientes, separá-las por categorias, e assim, realizar uma análise profunda. Este costume irá fazer com que o lojista aprimore seu produto, aplique as mudanças necessárias e com isso, seu trabalho terá muito mais sucesso.
Se o lojista já conhece o mercado em que está, utiliza as redes sociais para se informar e aproveita as informações dos clientes para ampliar a qualidade dos serviços, chegou a hora de criar a estratégia de sucesso para o comércio eletrônico. Estar presente nas mídias sociais demanda tempo, mas é necessário. Monitorar as interações com os usuários, além de medir os resultados de cada ação, auxilia no melhoramento dos serviços da loja virtual.
Ao estabelecer os objetivos de comunicação, é necessário ser realista e não se preocupar com os números, pois a quantidade de seguidores conquistados no Twitter ou fãs no Facebook, não é mais importante do que a qualidade de relacionamento que você conquista. Relacionamentos sólidos resultam em vendas!
Boas vendas!
Fonte: Blog da Dotstore