domingo, 20 de abril de 2014

AUTONOMIA E LUCRATIVIDADE, O SUCESSO DAS VENDAS DIRETAS


 Os brasileiros têm encontrado nas vendas diretas uma forma de renda extra ou até mesmo de atividade principal


 A venda direta é uma ótima alternativa para quem busca renda extra e autonomia. De acordo com a ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas diretas)  a venda direta é um sistema de comercialização de bens de consumo e serviços diferenciados, baseado no contato pessoal, entre vendedores e compradores, fora de um estabelecimento comercial fixo. Esse modelo de negócios a cada dia tem atraído mais pessoas que buscam somente um complemento de renda, ou pessoas que buscam uma alternativa de ganhos integrais e que não apreciam mais estar subordinados a horários inflexíveis ou a patrões ditando como e quando você deve trabalhar, principalmente quando essas pessoas não conseguem um emprego fixo na sua área de formação. O que mais chama atenção na atividade é a flexibilidade que ela proporciona. O vendedor faz seu próprio horário e estipula suas metas, sem a necessidade de cumprir uma carga horária diária ou dar satisfação ao chefe.

 Há ainda um fator adicional, que potencializa o sistema justamente nos momentos de crise: a alavancagem desse montante de profissionais provocada pela necessidade de trabalho ou de renda extra. Ou seja, durante as fases de crise econômica, nas quais aumenta o desemprego e a queda da renda familiar, a Venda Direta se apresenta como uma opção real e efetiva para absorver mão de obra e que nunca cai na dita “crise”.  A busca por vendas é maximizada e multiplicada por tantos quantos forem os novos cadastrados no circulo de vendas do sistema de indicações pessoais.

No Brasil, a Venda Direta é umas das maiores do mundo, ficando atrás apenas do Japão e dos Estados Unidos. Somente em 2009, o segmento movimentou mais de 20 bilhões de reais, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), somando mais de 2 milhões de revendedores espalhados em todo o país. A área de revenda que mais atrai é o setor de cosméticos, que cresce a cada ano.  A thipos, que está no mercado desde 2006 é uma empresa 100% brasileira e possui cerca de 3.000 revendedores em todo o país e quer aumentar esse número ainda mais.


Neste universo de oportunidades, uma empresa que nasceu no estado de São Paulo, vem galgando seu espaço neste meio, e atraindo empreendedores que tem percebido o aumento dos ganhos mensais dos revendedores, principalmente no setor de cosméticos, onde o Brasil está também entre os que mais consomem esse tipo de produto. Trata-se da Novety Cosméticos, uma empresa Brasileira, com sede em Santana do Parnaíba.  A Novety que tem já 13 anos de sucesso, tanto no quesito de qualidade dos seus produtos, pois detem oito prêmios de qualidade nacionais e internacionais, como tem a apresentadora da Rede Record Amanda Françozo como garota propaganda, que recentemente lançou sua linha própria de cosméticos by Novety, um perfume e hidratantes corporais.  Quem desejar conhecer essas linhas e/ou se tornar um revendedor em qualquer ligar do Brasil, basta entrar em contato com ericksonlr@gmail.com ou através da rede social Facebook https://www.facebook.com/ericksonribb

sexta-feira, 11 de abril de 2014

SETOR DE COSMÉTICOS VAI CRESCER 13%


Em ritmo acelerado. É assim que cresce a indústria e o mercado de cosméticos no Brasil. A estimativa é que este ano o setor cresça 13%, de acordo com a Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos). O valor é 2,1 pontos percentuais acima da média do período de 1996 a 2006. O País é hoje o segundo maior mercado consumidor de cosméticos, perdendo apenas para os Estados Unidos (1º) sendo o Japão o 3º colocado. Em 2006, a população brasileira gastou US$ 18,2 bilhões em produtos de higiene e beleza. “Temos muito que comemorar. Em dez anos, o setor teve um crescimento real de 212%”, comemora o presidente da Abihpec, João Carlos Basílio. Enquanto isso, de 1996 a 2006, o PIB (Produto Interno Bruto) nacional registrou crescimento de 32,6%. Basílio atribui os bons resultados a uma série de fatores. Entre eles estão a utilização da tecnologia de ponta e o conseqüente aumento da produção, lançamento constante de novos produtos e a participação da mulher no mercado. “Hoje, 2,7% da população econômica ativa está envolvida com o setor”, conta. O Brasil possui 1.494 empresas de cosmético, higiene pessoal e beleza, que juntas produziram 1,419 milhões de toneladas de produtos e faturaram cerca de R$ 17,5 milhões. Tendência - Basílio acredita que o futuro do setor está na segmentação e aposta no desodorante como o produto que terá maior procura em 2008. “Eles estão ocupando um grande filão do mercado. Tem muito que crescer ainda”. De 2002 até agora, este mercado já cresceu 101,59%. Em primeiro lugar estão os produtos para a pele, que cresceram 153% no mesmo período O principal inibidor do crescimento são as taxas tributárias, que em alguns casos chegam a representar 50% do valor do produto. “Mais da metade do valor de um sabonete em barra é imposto”, reclama Basílio.