segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

A CHAVE DO SUCESSO PARA 2017 E PARA A VIDA

A CHAVE DO SUCESSO PARA 2017 E PARA A VIDA
por Erickson Ribeiro
Muitas pessoas buscam a chave do sucesso, ou seja, procuram uma formula mágica para ter sucesso financeiro ou profissional. Mas será que existe formula "mágica"? Na realidade, a formula é simples e bem conhecida: TRABALHO DURO, FERRAMENTAS CORRETAS, DISCIPLINA, AÇÕES PRO-ATIVAS, MOTIVAÇÃO e CRIATIVIDADE.
O que acontece é que muitas pessoas querem em um passe de mágica se tornarem prósperos, mas desconhecem (ou não querem ver) que qualquer prosperidade só é alcançada hoje com ações realizadas no passado, é a famosa lei da semeadura: "quem planta, colhe". Ou seja, você que deseja ter sucesso tem de ser disciplinado, não ter medo do trabalho, não ter medo dos nãos, não ter medo de tentar algo novo, ter atitude positiva e não desanimar. A vida é cheia de altos e baixos, de tombos e levantadas, mas o que determina um campeão, não é apenas uma batalha, mas toda a guerra da vida. A chave da vitória está no chaveiro de todos, pena que muito poucos tem a coragem de girar a chave, de enfrentar o que existe por detrás da porta, de enfrentar os cães raivosos do dia a dia.
Além disso é preciso reconhecer e seguir exemplos de sucesso, pois ninguém é melhor ou mais capaz do que outros, todos temos as mesmas capacidades, o diferencial é a ação, a atitude.
Tome uma atitude, busque a chave que vai abrir as portas da sua vida. Existe um ditado latino que diz “A sorte favorece os bravos.” [Em latim: Fortis fortuna adiuvat. - Phormio, 161 d.C.] dessa forma, somente você com uma atitude corajosa de mudança poderá girar essa chave e entrar triunfante no Hall dos Campeões,
Suce$$o

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Quem é a Amway, a empresa que fez a Avon comer poeira

Por Marcela Ayres
São Paulo – Mirar o cobiçado mercado de vendas diretas e não se espelhar na Avon seria considerado um disparate para qualquer empresa há alguns anos. Afinal, a gigante americana de higiene e beleza fez escola no comércio porta a porta, construindo um império com faturamento bilionário e presença em mais de 100 países.
Mas os tempos mudaram, e o reinado foi perdido. Em 2012, a também americana Amway ultrapassou a Avon e se tornou a maior companhia de vendas diretas do mundo.
A mudança joga luz sobre dois movimentos distintos: o fulgurante crescimento da Amway, mais conhecida por seus suplementos alimentares, e a derrocada da Avon nos últimos anos sob a polêmica gestão de sua última CEO, a canadense Andrea Jung.
No comando da Avon desde 1999, a executiva renunciou ao cargo no fim do ano passado, sob forte pressão por resultados. É verdade que seus primeiros anos à frente da companhia foram resplandecentes. Entre 2000 e 2004, as vendas da Avon subiram mais de 30%, alcançando 7,7 bilhões de dólares. Os lucros, por sua vez, quase triplicaram, chegando a 850 milhões de dólares.
A partir de 2005, no entanto, a Avon começou sua via crucis. As receitas deixaram de crescer no mesmo ritmo e o lucro ficou estagnado. Outros abacaxis parariam na mão de Andrea.
Suspeita de suborno na China e de repassar informações privilegiadas a corretores americanos, a Avon foi investigada pela SEC, autoridade equivalente à CVM no Brasil. Apenas no caso de corrupção, a companhia gastou mais de 300 milhões de dólares em despesas legais.
Cortejada pela Coty no ano passado, a companhia também recusou a proposta de ser comprada por 10,7 bilhões de dólares, considerando a oferta baixa demais. Na bolsa, no entanto, a companhia já vale menos do que isso. Seu valor caiu de 21 bilhões de dólares em 2004 para atuais 8,8 bilhões.
Enquanto isso, a Amway apertou o passo. Suas vendas em 2012 somaram 11,3 bilhões de dólares, no sétimo ano de crescimento consecutivo em seus dez principais mercados, incluindo China, Índia, Coreia e Japão. Do outro lado do ringue, a Avon viu seu faturamento anual diminuir 5% para 10,7 bilhões de dólares.
Velha de guerra
Embora não seja tão familiar para os brasileiros, a Amway tem uma história antiga. Batizada com a abreviação de American Way, a empresa começou suas atividades em 1959. Fundada por Jay Van Andel e Richard DeVos, a companhia sempre apostou na venda de itens voltados para a casa, além de itens de beleza e bem estar, ampliando seu portfólio com o passar dos anos. Sua linha mais importante foi adquirida em 1970: a Nutrilite, de suplementos alimentares.

Segundo Steve Van Andel, presidente do conselho da empresa e filho mais velho do cofundador da Amway, a companhia quase dobrou de tamanho desde o lançamento do seu programa Growth Through Innovation (Crescimento pela Inovação), implementado há seis anos.
Para 2013, a Amway já anunciou a intenção de investir mais de 335 milhões de dólares pesquisa e desenvolvimento e na construção de outras instalações. Serão quatro novos endereços nos Estados Unidos, um na Índia e outros dois na China e Vietnã.
Forte no mundo, tímida no Brasil
A presença em diferentes países, aliás, foi uma das principais armas da Amway para crescer. Na China, por exemplo, a empresa deve vender 500 milhões de dólares com apenas um produto – e em seu primeiro ano de lançamento. Trata-se do sistema de tratamento de água eSprings, outro bestseller da companhia. A marca de beleza Artistry fecha o time de marcas mais importantes para o grupo.
Mas se a Amway desbancou a Avon no restante do mundo, por aqui ela continua bem atrás da rival. Afinal, a Avon tem o Brasil como principal mercado – e vem lutando para não perder seu poder de fogo. Enquanto as vendas globais da Avon caíram 1% no último trimestre, por aqui elas avançaram 10%, ancoradas sobretudo no aumento de representantes.
O retrato da operação brasileira da Amway é outro. No país desde 1991, a empresa viveu uma escalada no número de revendedores – chamados pela companhia de empresários – nos seus primeiros anos de operação. Tudo assentado na promessa de enriquecimento: a empresa adotava a chamada remuneração multinível, em que um revendedor recruta outros e ganha uma porcentagem sobre as vendas dos “afilhados”.
O canto da sereia envolvia um retorno de 45% sobre os produtos, além de um percentual de 3% a 21% sobre as vendas da rede formada. Não por acaso, a Amway angariou um time de 200.000 revendedores apenas quatro anos depois da sua chegada no país.
Mas o foco na equipe de vendas e não nos produtos fez o negócio desandar, já que o pagamento em pirâmide precisa garantir uma entrada contínua e volumosa de mais gente para continuar beneficiando quem está no topo (a Herbalife, aliás, está sendo questionada nos EUA pelo uso da mesma estratégia de vendas).
Desde a polêmica nos anos 90, a Amway já investiu em diferentes frentes para alavancar o negócio brasileiro, incluindo a contratação de Ronaldinho Gaúcho como rosto para a Nutrilite em 2008.
Segundo dados da Euromonitor, entretanto, a empresa seguiu caminhando de lado nas vendas diretas: sua participação no cobiçado mercado foi de apenas 0,1% em 2010, ano em que as vendas diretas movimentaram 37 bilhões de dólares no Brasil (hoje, são mais de 43 bilhões de dólares).
Prova da sua tímida participação é seu número de atual representantes no país: são cerca de 50.000, contra um exército de 1,5 milhão da Avon. Se a Amway fez a concorrente comer poeira no restante do mundo, por aqui ela ainda parece ter um longo caminho para competir de igual para igual com a companhia. 
Fonte: Exame.com

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Sustentabilidade e Economia Alavancam Vendas de Produtos Concentrados de Limpeza


Por Estela Mendonça

Os produtos de limpeza concentrados consolidam-se no portfólio das gigantes do setor e começam a cair no gosto dos consumidores preocupados em reduzir os impactos ambientais e também economizar

Você compra um produto de limpeza concentrado, paga mais barato por ele com o mesmo rendimento de um convencional, economiza espaço e ainda ajuda a preservar o meio ambiente. São só vantagens, mas por que eles ainda não dominam o mercado? A verdade é que os consumidores ainda têm certa resistência, os varejistas ainda não estão convencidos e somente agora as grandes empresas do setor estão apostando nessa ideia.
Um bom indicador de que os concentrados têm tudo para emplacar no mundo todo, já que representam uma escolha mais verde.
O uso de menos embalagens reflete diretamente na redução dos impactos ambientais do transporte e dos resíduos das embalagens. “Segundo estimativas conservadoras, uma embalagem flexível salva seis vezes mais resíduos de plástico muito que vai para um aterro sanitário em comparação com uma garrafa tradicional”, disse Fisk Johnson, presidente e CEO da SC Johnson, no comunicado de lançamento.
MERCADO CONSERVADOR 
Entretanto, o desempenho de vendas mostra que o consumidor americano – e talvez o daqui também – não está tão disposto a migrar das formulações tradicionais para as concentradas.
“Recarregar com um concentrado é um exemplo de uma mudança de comportamento muito pequena que poderia fazer uma diferença real na minimização de resíduos. Mas muitas pessoas não querem o transtorno. Queremos quebrar o código e descobrir o que seria necessário fazer recargas concentradas sejam uma aceitas”, disse Jonhson.
“O ambiente não é "top of mind" em compras do consumidor, mas agora ele precisa ser, se vamos abordar alguns dos desafios que as gerações futuras poderão enfrentar”, disse Johnson.

CONCENTRADOS DESDE A DÉCADA 50
A Amway foi fundada nos Estados Unidos em 1959 e seu primeiro produto foi o LOC detergente multiuso concentrado com tensoativos biodegradáveis. “A Amway, desde os seus primeiros lançamentos da linha de produtos para casa, na década de 50, já tinha esta preocupação com a praticidade e o meio ambiente, oferecendo produtos concentrados e de grande poder de limpeza”, conta Sônia Arruda, gerente de marcas.
A executiva diz que a aceitação dos produtos é boa e o mercado mostra uma tendência de crescimento, porém. Porém a velocidade desse crescimento está diretamente relacionada à efetividade da comunicação das empresas distribuidoras, no sentido da mudança de hábitos de consumo. “Os principais consumidores desses produtos são mulheres jovens e preocupadas em ter atitudes que possam contribuir para a saúde do planeta”. Ela acredita ainda que a adoção em massa desses produtos no Brasil ainda requer uma mudança no hábito dos consumidores, que não estão acostumados com este conceito.

Todos os produtos da Amway contêm fórmulas altamente concentradas e todas as embalagens são recicláveis. No Brasil, são comercializados vários produtos da linha. Um dos destaques é o LOC Limpador Multiuso, que elimina gordura e sujeiras das superfícies, não necessita de enxágue e é suave para as mãos. Depois de diluído, 1 litro rende até 133 litros, para limpeza leve. Para limpeza pesada, cada meia tampinha, ou 30 ml, rende 4 litros.
A empresa também disponibiliza o Dish Drops Detergente para Lavar Louças, que é superconcentrado. Sua espuma é facilmente enxaguável, o que reduz o consumo de água, sem deixar resíduos. Contém glicerina, para suavizar a agressão à pele das mãos. Depois da diluição, cada litro rende 9 litros. Para lavar as roupas, a empresa oferece o SA8 Premium Detergente em Pó, altamente concentrado, que na máquina rende 28 lavagens ou até 150 lavagens manuais de até 4 kg de roupa.

Para a presidente executiva da Associação Brasileira da Indústria de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla), Maria Eugenia Saldanha Proença, os produtos com apelo ecológico representam um dos principais eixos das inovações disponíveis no mercado, incluindo os produtos concentrados, pois impactam diretamente na embalagem, entre outras tantas vantagens. “O produto concentrado, com a proposta de render o mesmo que o produto tradicional gasta menos água em sua formulação, gera economia de embalagem, gasta menos em seu transporte, gera menos gastos com combustível e menos poluição no ar por dose. São produtos desenvolvidos dentro de uma plataforma de sustentabilidade, atendendo às questões sociais, econômicas e ambientais”, avalia.

Informações sobre a Amway e Seus produtos: Whatsapp 83 988138532 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Por que a americana Amway 'gosta' da crise no Brasil

Maior empresa de venda direta do mundo, a americana Amway volta a crescer depois de anos de estagnação no mercado brasileiro

Almeida Filho, da Amway: “As pessoas estão à procura de um plano B”
Almeida Filho, da Amway: “As pessoas estão à procura de um plano B”
Quando assumiu a operação local da americana Amway em 2013, o executivo brasileiro Odmar Almeida Filho encontrou um negócio estagnado. A Amway estava literalmente parada no tempo. Seus revendedores estavam em 50 mil desde 2008, o que impactava nas vendas.
Três anos depois, a Amway está voltando a crescer no Brasil. E a crise tem ajudado muito a empresa, que é a maior do mundo em vendas diretas, com faturamento de US$ 9,5 bilhões em 2015, segundo estimativa da Direct Sales News.
Atualmente, a Amway conta com 100 mil revendedores. O plano é chegar a 150 mil até o fim de 2016. “As pessoas estão à procura de um plano B”, diz Almeida Filho. “E nosso plano B é muito atraente.”
A estratégia de Almeida Filho para fazer a Amway voltar a crescer contou com o reforço de US$ 150 milhões em investimentos. O dinheiro foi usado em diversas frentes. Uma delas foi na educação dos revendedores, que a Amway chama de empreendedores, apostando nos cursos online.
A Amway atua na modalidade chamada de marketing multinível. Dessa forma, um vendedor pode formar uma rede e ganha uma sob cada venda. Esse modelo recebe críticas por ser confundido com uma pirâmide, o que é proibido pela legislação brasileira e em diversos países. “Só ganha se houver venda”, diz Almeida Filho.
A fazenda orgânica de acerola que a empresa mantém em Ubajara, a 322 quilômetros de Fortaleza, na região noroeste do Ceará, ganhou também um laboratório de pesquisa. É de lá que sai o concentrado de vitamina C para a produção de cápsulas, base de diversos produtos de sua linha de nutrição, que é exportado para os Estados Unidos
A Amway também vai acelerar seu plano de abertura de lojas, que funcionam como um show room e de apoio aos seus revendedores. Atualmente, a companhia americana conta com quatro lojas, localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Recife. A quinta será aberta em Belo Horizonte no fim do ano.  O plano é chegar a 30 lojas até 2019
Ao mesmo tempo, a companhia passou a vender produtos mais adaptados ao Brasil. Sua linha Nutrilite, por exemplo, ganhou cápsulas de minerais e vitaminas desenvolvidas exclusivamente para o brasileiro.
Além disso, Almeida Filho ampliou a linha de atuação da Amway. Além das áreas de nutrição, beleza e produtos para a casa, a companhia trouxe a linha Satinique, de cuidados com o cabelo para o Brasil, a partir de 2016. 
Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/ 


quinta-feira, 10 de novembro de 2016

TRUMP: UM BUFÃO OU UM INTELECTUAL ?

Por  Loryel Rocha
Toda eleição americana é antecedida de um monumental lançamento editorial da mais alta qualidade, escrito por especialistas. Quando, no Brasil, ocorreu tal coisa? Nunca. Ao contrário, aqui, inexiste gente que analise as entranhas do candidato, que procure apresentar suas ideias e caráter. Alías, é proibido falar qualquer coisa do governo do sujeito (incluso suas ideias) e os supostos historiadores falam que precisam de um certo "distanciamento histórico" (algo em torno de 20 anos) para analisar documentos, atos governamentais, etc. Nos EUA, depois que a eleição passa, os livros continuam sendo lançados. Sim, há respeito ao Conhecimento e ao público. No Brasil, inexiste uma ou outra coisa. Eis uma das grandes diferenças entre esses países.
A notória jumentice intelectual dos políticos brasileiros (exceto FHC que sem entrar no mérito é notoriamente um intelectual) é consabida e não tem paralelo com os políticos americanos. Qualquer político americano, do pior tipo, seria um Rui Barbosa perto do cenário político atual. Os EUA, para além de ser um pais que respeita suas origens, não as nega e sobretudo, orgulha-se dela. O Brasil, renega Portugal, renega o Império e mente sobre a República. Eis outra das grandes diferenças entre esses países.

Inúmeras outras diferenças podem ser citadas. Vale citar mais uma. A trajetória pessoal Donald Trump, tido pela mídia globalista como um bufão caricato e inculto, desmente tais epítetos. Desde 1987 Trump tem vários livros publicados. O primeiro, "The Art of the Deal”, (A ARTE DA NEGOCIAÇÃO) escrito quando tinha 41 anos (portanto, há mais de 30 anos atrás) explica o poder da psicologia e do embuste. Em Junho, quando se apresentou como candidato às presidenciais americanas, disse: “O que precisamos é de um líder que tenha escrito The Art of The Deal”, frase que passou a adotar em muitas das suas aparições públicas (conforme lembrou o esquerdista Carlos Lozada).
No "The America We Deserve" (2000) ( A AMÉRICA QUE MERECEMOS) fala da necessidade de o Presidente assumir a condução dos acordos internacionais ao invés de deixá-los nas mãos de burocratas globalistas. Tema este que retorna no "Time To Get Touch"(2011) ( A HORA DE ENTRAR EM CONTATO) . Temas estes que repetiu ao longo de toda a sua campanha. Para além disto, as análises de Trump sobre os globalistas, os comunistas, o terrorismo e o radicalismo de grupos terroristas Arabes são, não só pertinentes como assustadoramente corretas. Inclusive, antes do atentado de 11 de Setembro, ele havia predito que os EUA estavam correndo esse risco. Em 2011, lançou "Time to Get Tough: Making America #1 Again",( TEMPO DE RESISTÊNCIA, FAZENDO A AMERICA Nº 1 NOVAMENTE) Regnery Publishing, senha da sua campanha.
Donald Trump tem mais de 20 livros publicados ao longo de mais de 30 anos. Alguém fala disso? 

O novo Presidente dos EUA é um intelectual de proa, além de um negociador agressivo. E como não sê-lo quando não se faz parte do grupo dos globalistas? E como derrotar globalistas sem ser "agressivo" como ele foi durante toda a sua campanha vitoriosa sob todos os aspectos?
Nicholas Hagger fala que desde a década de 2000 se sabia que as eleições americanas de 2016 seriam decisivas para os EUA e o esquema globalista internacional. Nos EUA, estudos da época do primeiro governo de Barack Obama já apontavam para uma vitória de Donald Trump no futuro. Até o desenho animado dos Simpsons, de modo jocoso, demonstraram esses estudos.
Portanto, a vitória de Trump não foi um mero acaso, uma intervenção Divina, um mero surto de conservadorismo do americano. Bilionário e burro são uma conjugação que não combinam. CONHECIMENTO, INTELIGÊNCIA E ESTRATÉGIA são valores que os globalistas cultivam, pois como pensar que jumentos podem ter o projeto de dominar o mundo sem saber como, quando e de que modo fazê-lo? Trump e sua equipe, igualmente, combinam CONHECIMENTO, INTELIGÊNCIA E ESTRATÉGIA, mas, para o lado do BEM, do BOM e do BELO, a trilogia da perfeição do Pensamento judaico-grego-cristão que fundaram e mantém os EUA. Venceram.
Por tudo isso, comparar qualquer político brasileiro com Donald Trump é sinal de demência e de proselitismos insandecidos.
A vitoriosa história de sucesso dos EUA explica-se, em parte, pelo apreço e cultivo verdadeiro ao CONHECIMENTO. A ruína do Brasil é o desapreço ao CONHECIMENTO.