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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Quem é a Amway, a empresa que fez a Avon comer poeira

Por Marcela Ayres
São Paulo – Mirar o cobiçado mercado de vendas diretas e não se espelhar na Avon seria considerado um disparate para qualquer empresa há alguns anos. Afinal, a gigante americana de higiene e beleza fez escola no comércio porta a porta, construindo um império com faturamento bilionário e presença em mais de 100 países.
Mas os tempos mudaram, e o reinado foi perdido. Em 2012, a também americana Amway ultrapassou a Avon e se tornou a maior companhia de vendas diretas do mundo.
A mudança joga luz sobre dois movimentos distintos: o fulgurante crescimento da Amway, mais conhecida por seus suplementos alimentares, e a derrocada da Avon nos últimos anos sob a polêmica gestão de sua última CEO, a canadense Andrea Jung.
No comando da Avon desde 1999, a executiva renunciou ao cargo no fim do ano passado, sob forte pressão por resultados. É verdade que seus primeiros anos à frente da companhia foram resplandecentes. Entre 2000 e 2004, as vendas da Avon subiram mais de 30%, alcançando 7,7 bilhões de dólares. Os lucros, por sua vez, quase triplicaram, chegando a 850 milhões de dólares.
A partir de 2005, no entanto, a Avon começou sua via crucis. As receitas deixaram de crescer no mesmo ritmo e o lucro ficou estagnado. Outros abacaxis parariam na mão de Andrea.
Suspeita de suborno na China e de repassar informações privilegiadas a corretores americanos, a Avon foi investigada pela SEC, autoridade equivalente à CVM no Brasil. Apenas no caso de corrupção, a companhia gastou mais de 300 milhões de dólares em despesas legais.
Cortejada pela Coty no ano passado, a companhia também recusou a proposta de ser comprada por 10,7 bilhões de dólares, considerando a oferta baixa demais. Na bolsa, no entanto, a companhia já vale menos do que isso. Seu valor caiu de 21 bilhões de dólares em 2004 para atuais 8,8 bilhões.
Enquanto isso, a Amway apertou o passo. Suas vendas em 2012 somaram 11,3 bilhões de dólares, no sétimo ano de crescimento consecutivo em seus dez principais mercados, incluindo China, Índia, Coreia e Japão. Do outro lado do ringue, a Avon viu seu faturamento anual diminuir 5% para 10,7 bilhões de dólares.
Velha de guerra
Embora não seja tão familiar para os brasileiros, a Amway tem uma história antiga. Batizada com a abreviação de American Way, a empresa começou suas atividades em 1959. Fundada por Jay Van Andel e Richard DeVos, a companhia sempre apostou na venda de itens voltados para a casa, além de itens de beleza e bem estar, ampliando seu portfólio com o passar dos anos. Sua linha mais importante foi adquirida em 1970: a Nutrilite, de suplementos alimentares.

Segundo Steve Van Andel, presidente do conselho da empresa e filho mais velho do cofundador da Amway, a companhia quase dobrou de tamanho desde o lançamento do seu programa Growth Through Innovation (Crescimento pela Inovação), implementado há seis anos.
Para 2013, a Amway já anunciou a intenção de investir mais de 335 milhões de dólares pesquisa e desenvolvimento e na construção de outras instalações. Serão quatro novos endereços nos Estados Unidos, um na Índia e outros dois na China e Vietnã.
Forte no mundo, tímida no Brasil
A presença em diferentes países, aliás, foi uma das principais armas da Amway para crescer. Na China, por exemplo, a empresa deve vender 500 milhões de dólares com apenas um produto – e em seu primeiro ano de lançamento. Trata-se do sistema de tratamento de água eSprings, outro bestseller da companhia. A marca de beleza Artistry fecha o time de marcas mais importantes para o grupo.
Mas se a Amway desbancou a Avon no restante do mundo, por aqui ela continua bem atrás da rival. Afinal, a Avon tem o Brasil como principal mercado – e vem lutando para não perder seu poder de fogo. Enquanto as vendas globais da Avon caíram 1% no último trimestre, por aqui elas avançaram 10%, ancoradas sobretudo no aumento de representantes.
O retrato da operação brasileira da Amway é outro. No país desde 1991, a empresa viveu uma escalada no número de revendedores – chamados pela companhia de empresários – nos seus primeiros anos de operação. Tudo assentado na promessa de enriquecimento: a empresa adotava a chamada remuneração multinível, em que um revendedor recruta outros e ganha uma porcentagem sobre as vendas dos “afilhados”.
O canto da sereia envolvia um retorno de 45% sobre os produtos, além de um percentual de 3% a 21% sobre as vendas da rede formada. Não por acaso, a Amway angariou um time de 200.000 revendedores apenas quatro anos depois da sua chegada no país.
Mas o foco na equipe de vendas e não nos produtos fez o negócio desandar, já que o pagamento em pirâmide precisa garantir uma entrada contínua e volumosa de mais gente para continuar beneficiando quem está no topo (a Herbalife, aliás, está sendo questionada nos EUA pelo uso da mesma estratégia de vendas).
Desde a polêmica nos anos 90, a Amway já investiu em diferentes frentes para alavancar o negócio brasileiro, incluindo a contratação de Ronaldinho Gaúcho como rosto para a Nutrilite em 2008.
Segundo dados da Euromonitor, entretanto, a empresa seguiu caminhando de lado nas vendas diretas: sua participação no cobiçado mercado foi de apenas 0,1% em 2010, ano em que as vendas diretas movimentaram 37 bilhões de dólares no Brasil (hoje, são mais de 43 bilhões de dólares).
Prova da sua tímida participação é seu número de atual representantes no país: são cerca de 50.000, contra um exército de 1,5 milhão da Avon. Se a Amway fez a concorrente comer poeira no restante do mundo, por aqui ela ainda parece ter um longo caminho para competir de igual para igual com a companhia. 
Fonte: Exame.com

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Sustentabilidade e Economia Alavancam Vendas de Produtos Concentrados de Limpeza


Por Estela Mendonça

Os produtos de limpeza concentrados consolidam-se no portfólio das gigantes do setor e começam a cair no gosto dos consumidores preocupados em reduzir os impactos ambientais e também economizar

Você compra um produto de limpeza concentrado, paga mais barato por ele com o mesmo rendimento de um convencional, economiza espaço e ainda ajuda a preservar o meio ambiente. São só vantagens, mas por que eles ainda não dominam o mercado? A verdade é que os consumidores ainda têm certa resistência, os varejistas ainda não estão convencidos e somente agora as grandes empresas do setor estão apostando nessa ideia.
Um bom indicador de que os concentrados têm tudo para emplacar no mundo todo, já que representam uma escolha mais verde.
O uso de menos embalagens reflete diretamente na redução dos impactos ambientais do transporte e dos resíduos das embalagens. “Segundo estimativas conservadoras, uma embalagem flexível salva seis vezes mais resíduos de plástico muito que vai para um aterro sanitário em comparação com uma garrafa tradicional”, disse Fisk Johnson, presidente e CEO da SC Johnson, no comunicado de lançamento.
MERCADO CONSERVADOR 
Entretanto, o desempenho de vendas mostra que o consumidor americano – e talvez o daqui também – não está tão disposto a migrar das formulações tradicionais para as concentradas.
“Recarregar com um concentrado é um exemplo de uma mudança de comportamento muito pequena que poderia fazer uma diferença real na minimização de resíduos. Mas muitas pessoas não querem o transtorno. Queremos quebrar o código e descobrir o que seria necessário fazer recargas concentradas sejam uma aceitas”, disse Jonhson.
“O ambiente não é "top of mind" em compras do consumidor, mas agora ele precisa ser, se vamos abordar alguns dos desafios que as gerações futuras poderão enfrentar”, disse Johnson.

CONCENTRADOS DESDE A DÉCADA 50
A Amway foi fundada nos Estados Unidos em 1959 e seu primeiro produto foi o LOC detergente multiuso concentrado com tensoativos biodegradáveis. “A Amway, desde os seus primeiros lançamentos da linha de produtos para casa, na década de 50, já tinha esta preocupação com a praticidade e o meio ambiente, oferecendo produtos concentrados e de grande poder de limpeza”, conta Sônia Arruda, gerente de marcas.
A executiva diz que a aceitação dos produtos é boa e o mercado mostra uma tendência de crescimento, porém. Porém a velocidade desse crescimento está diretamente relacionada à efetividade da comunicação das empresas distribuidoras, no sentido da mudança de hábitos de consumo. “Os principais consumidores desses produtos são mulheres jovens e preocupadas em ter atitudes que possam contribuir para a saúde do planeta”. Ela acredita ainda que a adoção em massa desses produtos no Brasil ainda requer uma mudança no hábito dos consumidores, que não estão acostumados com este conceito.

Todos os produtos da Amway contêm fórmulas altamente concentradas e todas as embalagens são recicláveis. No Brasil, são comercializados vários produtos da linha. Um dos destaques é o LOC Limpador Multiuso, que elimina gordura e sujeiras das superfícies, não necessita de enxágue e é suave para as mãos. Depois de diluído, 1 litro rende até 133 litros, para limpeza leve. Para limpeza pesada, cada meia tampinha, ou 30 ml, rende 4 litros.
A empresa também disponibiliza o Dish Drops Detergente para Lavar Louças, que é superconcentrado. Sua espuma é facilmente enxaguável, o que reduz o consumo de água, sem deixar resíduos. Contém glicerina, para suavizar a agressão à pele das mãos. Depois da diluição, cada litro rende 9 litros. Para lavar as roupas, a empresa oferece o SA8 Premium Detergente em Pó, altamente concentrado, que na máquina rende 28 lavagens ou até 150 lavagens manuais de até 4 kg de roupa.

Para a presidente executiva da Associação Brasileira da Indústria de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla), Maria Eugenia Saldanha Proença, os produtos com apelo ecológico representam um dos principais eixos das inovações disponíveis no mercado, incluindo os produtos concentrados, pois impactam diretamente na embalagem, entre outras tantas vantagens. “O produto concentrado, com a proposta de render o mesmo que o produto tradicional gasta menos água em sua formulação, gera economia de embalagem, gasta menos em seu transporte, gera menos gastos com combustível e menos poluição no ar por dose. São produtos desenvolvidos dentro de uma plataforma de sustentabilidade, atendendo às questões sociais, econômicas e ambientais”, avalia.

Informações sobre a Amway e Seus produtos: Whatsapp 83 988138532 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Por que a americana Amway 'gosta' da crise no Brasil

Maior empresa de venda direta do mundo, a americana Amway volta a crescer depois de anos de estagnação no mercado brasileiro

Almeida Filho, da Amway: “As pessoas estão à procura de um plano B”
Almeida Filho, da Amway: “As pessoas estão à procura de um plano B”
Quando assumiu a operação local da americana Amway em 2013, o executivo brasileiro Odmar Almeida Filho encontrou um negócio estagnado. A Amway estava literalmente parada no tempo. Seus revendedores estavam em 50 mil desde 2008, o que impactava nas vendas.
Três anos depois, a Amway está voltando a crescer no Brasil. E a crise tem ajudado muito a empresa, que é a maior do mundo em vendas diretas, com faturamento de US$ 9,5 bilhões em 2015, segundo estimativa da Direct Sales News.
Atualmente, a Amway conta com 100 mil revendedores. O plano é chegar a 150 mil até o fim de 2016. “As pessoas estão à procura de um plano B”, diz Almeida Filho. “E nosso plano B é muito atraente.”
A estratégia de Almeida Filho para fazer a Amway voltar a crescer contou com o reforço de US$ 150 milhões em investimentos. O dinheiro foi usado em diversas frentes. Uma delas foi na educação dos revendedores, que a Amway chama de empreendedores, apostando nos cursos online.
A Amway atua na modalidade chamada de marketing multinível. Dessa forma, um vendedor pode formar uma rede e ganha uma sob cada venda. Esse modelo recebe críticas por ser confundido com uma pirâmide, o que é proibido pela legislação brasileira e em diversos países. “Só ganha se houver venda”, diz Almeida Filho.
A fazenda orgânica de acerola que a empresa mantém em Ubajara, a 322 quilômetros de Fortaleza, na região noroeste do Ceará, ganhou também um laboratório de pesquisa. É de lá que sai o concentrado de vitamina C para a produção de cápsulas, base de diversos produtos de sua linha de nutrição, que é exportado para os Estados Unidos
A Amway também vai acelerar seu plano de abertura de lojas, que funcionam como um show room e de apoio aos seus revendedores. Atualmente, a companhia americana conta com quatro lojas, localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Recife. A quinta será aberta em Belo Horizonte no fim do ano.  O plano é chegar a 30 lojas até 2019
Ao mesmo tempo, a companhia passou a vender produtos mais adaptados ao Brasil. Sua linha Nutrilite, por exemplo, ganhou cápsulas de minerais e vitaminas desenvolvidas exclusivamente para o brasileiro.
Além disso, Almeida Filho ampliou a linha de atuação da Amway. Além das áreas de nutrição, beleza e produtos para a casa, a companhia trouxe a linha Satinique, de cuidados com o cabelo para o Brasil, a partir de 2016. 
Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/ 


quinta-feira, 10 de novembro de 2016

TRUMP: UM BUFÃO OU UM INTELECTUAL ?

Por  Loryel Rocha
Toda eleição americana é antecedida de um monumental lançamento editorial da mais alta qualidade, escrito por especialistas. Quando, no Brasil, ocorreu tal coisa? Nunca. Ao contrário, aqui, inexiste gente que analise as entranhas do candidato, que procure apresentar suas ideias e caráter. Alías, é proibido falar qualquer coisa do governo do sujeito (incluso suas ideias) e os supostos historiadores falam que precisam de um certo "distanciamento histórico" (algo em torno de 20 anos) para analisar documentos, atos governamentais, etc. Nos EUA, depois que a eleição passa, os livros continuam sendo lançados. Sim, há respeito ao Conhecimento e ao público. No Brasil, inexiste uma ou outra coisa. Eis uma das grandes diferenças entre esses países.
A notória jumentice intelectual dos políticos brasileiros (exceto FHC que sem entrar no mérito é notoriamente um intelectual) é consabida e não tem paralelo com os políticos americanos. Qualquer político americano, do pior tipo, seria um Rui Barbosa perto do cenário político atual. Os EUA, para além de ser um pais que respeita suas origens, não as nega e sobretudo, orgulha-se dela. O Brasil, renega Portugal, renega o Império e mente sobre a República. Eis outra das grandes diferenças entre esses países.

Inúmeras outras diferenças podem ser citadas. Vale citar mais uma. A trajetória pessoal Donald Trump, tido pela mídia globalista como um bufão caricato e inculto, desmente tais epítetos. Desde 1987 Trump tem vários livros publicados. O primeiro, "The Art of the Deal”, (A ARTE DA NEGOCIAÇÃO) escrito quando tinha 41 anos (portanto, há mais de 30 anos atrás) explica o poder da psicologia e do embuste. Em Junho, quando se apresentou como candidato às presidenciais americanas, disse: “O que precisamos é de um líder que tenha escrito The Art of The Deal”, frase que passou a adotar em muitas das suas aparições públicas (conforme lembrou o esquerdista Carlos Lozada).
No "The America We Deserve" (2000) ( A AMÉRICA QUE MERECEMOS) fala da necessidade de o Presidente assumir a condução dos acordos internacionais ao invés de deixá-los nas mãos de burocratas globalistas. Tema este que retorna no "Time To Get Touch"(2011) ( A HORA DE ENTRAR EM CONTATO) . Temas estes que repetiu ao longo de toda a sua campanha. Para além disto, as análises de Trump sobre os globalistas, os comunistas, o terrorismo e o radicalismo de grupos terroristas Arabes são, não só pertinentes como assustadoramente corretas. Inclusive, antes do atentado de 11 de Setembro, ele havia predito que os EUA estavam correndo esse risco. Em 2011, lançou "Time to Get Tough: Making America #1 Again",( TEMPO DE RESISTÊNCIA, FAZENDO A AMERICA Nº 1 NOVAMENTE) Regnery Publishing, senha da sua campanha.
Donald Trump tem mais de 20 livros publicados ao longo de mais de 30 anos. Alguém fala disso? 

O novo Presidente dos EUA é um intelectual de proa, além de um negociador agressivo. E como não sê-lo quando não se faz parte do grupo dos globalistas? E como derrotar globalistas sem ser "agressivo" como ele foi durante toda a sua campanha vitoriosa sob todos os aspectos?
Nicholas Hagger fala que desde a década de 2000 se sabia que as eleições americanas de 2016 seriam decisivas para os EUA e o esquema globalista internacional. Nos EUA, estudos da época do primeiro governo de Barack Obama já apontavam para uma vitória de Donald Trump no futuro. Até o desenho animado dos Simpsons, de modo jocoso, demonstraram esses estudos.
Portanto, a vitória de Trump não foi um mero acaso, uma intervenção Divina, um mero surto de conservadorismo do americano. Bilionário e burro são uma conjugação que não combinam. CONHECIMENTO, INTELIGÊNCIA E ESTRATÉGIA são valores que os globalistas cultivam, pois como pensar que jumentos podem ter o projeto de dominar o mundo sem saber como, quando e de que modo fazê-lo? Trump e sua equipe, igualmente, combinam CONHECIMENTO, INTELIGÊNCIA E ESTRATÉGIA, mas, para o lado do BEM, do BOM e do BELO, a trilogia da perfeição do Pensamento judaico-grego-cristão que fundaram e mantém os EUA. Venceram.
Por tudo isso, comparar qualquer político brasileiro com Donald Trump é sinal de demência e de proselitismos insandecidos.
A vitoriosa história de sucesso dos EUA explica-se, em parte, pelo apreço e cultivo verdadeiro ao CONHECIMENTO. A ruína do Brasil é o desapreço ao CONHECIMENTO.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A Pobreza dos Alimentos Atuais e A Saida com Suplementação Orgânica

Por: Erickson Ribeiro


Dr. Fernando Viola, um neurocientista e neurofisiologista, pesquisador de células tronco e especializado em Fisiologia da Nutrição concedeu palestra sobre o tema e destacou pontos superimportantes em relação à alimentação saudável, e nos trouxe várias informações alarmantes sobre frutas e legumes comercializados vêm perdendo nutrientes e de acordo com estudos da Ciba-Geigy (Swiss pharmaceutical company) nos últimos 20 anos com as modernas técnicas de pulverização e conservação além do fato de que as frutas e legumes às vezes passam semanas e até meses para chegar da horta até os supermercados e consequentemente a mesa do consumidor, além de outros fatores como poluição, agrotóxicos, congelamento de alguns produtos e destaca que itens como banana perderam com o decorrer da industrialização e distribuição 92% do Potássio, a batata perdeu 70% do cálcio, a cenoura perdeu 57% do magnésio, o tomate perdeu 80% da vitamina C, e que hoje consumimos praticamente "massa apenas” e mesmo que o consumidor tenha uma alimentação balanceada, não é nem de longe suficiente, sendo de extrema necessidade se fazer uso de uma complementação alimentar a base de suplementos para que a dose diária mínima de nutrientes e vitaminas sejam atendidas. Sem falar que o mau do século, o estresse rouba muitas das vitaminas que o nosso corpo precisa, existindo também, de acordo com o estudo, outros fatores como poluição, álcool e demais males dos tempos modernos.  O Doutor Viola destacou que, hoje os suplementos mais populares no mercado não atendem as necessidades dos consumidores, pois se tratam de formulações sintéticas, fabricadas em laboratório, e que o grande problema dos suplementos sintéticos a exemplo da Vitamina C consumida pela maioria da população, a efervescente, que em muitos casos é comercializado com um ou dois gramas, não será absorvida nem 35% pelo nosso organismo, pois a ligação espacial química é diferente da composição da vitamina em seu estado natural, onde são encontrados os fito nutrientes a qual o corpo absorve bem mais facilmente em cerca de 90%, diferente dos sintéticos que tem absorção infimamente inferior.  Pesquisando no mercado, para tentar solucionar problemas referentes a essa problemática, o Dr.Viola tomou conhecimento sobre uma marque a qual atualmente indica aos seus pacientes a marca Americana Nutrilite, (https://www.portalnutrilite.com.br/) líder mundial em Suplementos e que trabalha exclusivamente com matérias primas orgânicas, inclusive o conglomerado a qual a multinacional faz parte, adquiriu no
Brasil a maior fazenda de cultivo de acerola orgânica do Mundo, sendo alvo de matéria do programa Globo Rural.  A Nutrilite tem a filosofia de usar concentrados das plantas, além de outros ingredientes naturais, evitando corantes, aromatizantes, edulcorantes e conservantes artificiais. Os elementos naturais são combinados com as substâncias manufaturadas isoladas, para otimizar a potência dos resultados, o que de acordo com o Dr.Viola ser ideal para quem deseja suplementar com qualidade sua alimentação do dia a dia.  Atualmente, os consumidores adquirem os produtos da Nutrilite através de representantes cadastrados, onde pudemos localizar a loja online http://www.amway.com.br/pt/lojavirtual/Alessandra-De-01 onde na loja sitada este blogger adquiriu e passou a usar com muita satisfação os suplementos Daily ( polivitaminico), Acerola C, e o fantástico Omega 3. Nos dias atuais é de suma importância usar produtos biodinâmicos e de origem Orgânica e os suplementos Nutrilite caem como uma luva nas necessidades de suplementação adequada, de qualidade e de origem totalmente certificadas pelos Selos Kocher (Judaico), Halal (Islâmica) além da certificação pela IBD de produto 100% orgânico.



segunda-feira, 7 de novembro de 2016

O Marketing de Rede não é perfeito... Só é melhor!

Você se sente inquieto? Você se sente insatisfeito? Sente que deve haver um caminho melhor no que diz respeito a trabalho ou modos de ganhar a vida? Tenho uma boa notícia: existe um caminho melhor, mas é diferente do que você aprendeu na escola. 
A melhor forma que conheço para não apenas sobreviver, mas prosperar na Nova Economia, é o Marketing de Rede. Há produtos e serviços importantes no mundo hoje que precisam ser promovidos para quem precisa deles. Os consumidores ainda necessitam ser instruídos. As empresas têm escolhas. Elas podem mergulhar no mundo eternamente fragmentado da publicidade para divulgar sua marca, contratando uma grande e custosa força de vendas para vender seus produtos e serviços, ou podem utilizar o Marketing de Rede para contar sua história ao mundo. Mais e mais empresas optarão por usar o Marketing de Rede porque ele se adequa à Nova Economia, podendo fornecer todo o suporte corporativo e pagando seus distribuidores com base unicamente na performance para promover seus produtos. É extremamente eficiente porque, na Nova Economia, a propaganda boca a boca continua funcionando melhor que qualquer outra forma de promoção. A empresa pode simplesmente pegar o dinheiro que gastaria em publicidade e promoção e pagar seus distribuidores para divulgarem a marca. Como empreendedor, isso significa que você pode receber todos os benefícios de possuir um negócio tradicional, porém sem os riscos típicos. E não haverá nenhum teto para a sua renda, pois as empresas de Marketing de Rede querem que você ganhe o máximo possível. Se você vai receber pelo seu desempenho de qualquer maneira, por que viver com essa limitação? A “pegadinha“ do Marketing de Rede Tudo parece ótimo e realmente é. Mas existe uma pegadinha que a maioria das pessoas não irá lhe contar. A pegadinha é: você deve aceitar uma perda temporária de estima social de pessoas ignorantes. Isso quer dizer que, por um tempo, as pessoas que ainda vivem e tentam funcionar no sistema antigo vão menosprezar você. Elas não vão entender. Pensarão que você está maluco por ter se envolvido com Marketing de Rede. E, na verdade, a palavra “aceitar“ não é totalmente precisa. Você tem de fazer mais que isso. Você deve abraçar a perda temporária de estima social de pessoas ignorantes. VOCÊ está vendo o futuro antes que ele se torne óbvio para todo mundo. VOCÊ é a pessoa inteligente. VOCÊ é quem está agindo para viver uma vida melhor. Existe um motivo para menosprezarem você, e não é só porque eles estão presos ao sistema antigo. Vou tentar ajudá-lo entender direito, pois, se você decidir fazer do Marketing de Rede uma profissão, é importante saber desde agora. A maioria das pessoas já participou de uma empresa de Marketing de Rede ou conhece alguém que participou. Observe o que passa pela mente de quase todos os que decidem se envolver: “Hum, acho que conheço cinco ou seis pessoas que também poderiam fazer isso! Minha irmã seria ótima! Meu amigo adora essas coisas. Conheço outra pessoa que seria incrível! Está bem, vou entrar”. Em outras palavras, não estão começando uma profissão, mas apenas torcendo para dar sorte, cadastrar algumas pessoas para cobrir seu investimento inicial, relaxar e esperar o dinheiro cair na conta. A fascinação de ser remunerado pelo esforço de outra pessoa é poderosa, mas muitas vezes mal compreendida. Essa gente NÃO deu início a um negócio de verdade. Apenas compraram um magnífico bilhete de loteria. Imagine um bilhete de loteria com seis raspadinhas. Cada raspadinha representa uma pessoa que o novo cadastrado acha que certamente vai entrar. Ele aborda cada um e tenta cadastrá-los. E, devido à sua falta de habilidade, a maioria acaba sem nenhum resultado – exatamente como o bilhete de loteria. Isso se torna apenas mais uma oportunidade perdida e, como estão agindo com ignorância de um amador, podem ter prejudicado algumas amizades no caminho. Então, rasgam o bilhete e, em vez de assumirem a responsabilidade por não começarem de fato seu negócio, culpam o Marketing de Rede e fazem questão de dizer aos quatro ventos: “Escute, já trabalhei com isso. Fiz tudo o que podia. Falei com todo mundo que eu conhecia e o Marketing de Rede simplesmente não funciona. Poupe seu dinheiro”. É com ISSO que você está lidando ao escolher esta profissão – com as opiniões de pessoas ignorantes que acreditam terem feito tudo certo e que sozinhas concluíram que não funciona. Se você acha muito difícil lidar com isso, o Marketing de Rede não é para você. Mas, se puder abraçar essa causa, o mundo é seu. As pessoas que fazem essa escolha ganham MUITO dinheiro. As empresas pagam valores ilimitados para quem é capaz de ajudar outros ainda cegos a enxergarem, de educar os ignorantes e de construir uma comunidade de indivíduos com os mesmos propósitos. Alguns dizem que “percepção é realidade“. Detesto essa frase. Todos os maiores líderes do mundo a ignoraram por séculos. E se Nelson Mandela tivesse dito que percepção é realidade? E se Martin Luther King Jr. tivesse dito que percepção é realidade? E se Steve Jobs tivesse dito que percepção é realidade? Os grandes líderes do mundo dizem: “realidade é realidade, e vou fazer o possível para ajudar as pessoas a entenderem esse fato”. A verdade é que o Marketing de Rede não é perfeito. Só é MELHOR. Essa é a realidade

Extraido do Livro GO PRO de Eric Worre

COMO ESCOLHER A EMPRESA DE MARKETING MULTINIVEL IDEAL

Por Pablo Teixeira
Dias atrás eu me deparei com uma situação que é bem comum no marketing multinivel: uma pessoa me chamou no Facebook pra trocar umas ideias e me falou que havia sido convidada por um amigo para ir na reunião de uma determinada empresa. Segundo ela, o projeto não lhe chamou muito a atenção, mas o conceito do MMN sim e, chegando em casa, adivinhem o que ela foi fazer… Claro, foi pesquisar sobre “marketing multinivel” no Google. E ela realmente parecia estar encantada com a famosa historinha do “se você coloca cinco e todo mundo faz o mesmo…”.
O problema era: essa pessoa havia encontrado outro projeto na internet, pelo qual estava contagiada, mas não sabia o que dizer ao seu amigo. E agora tinha uma intrigante pergunta para mim: “qual a empresa que devo escolher, a que está me deixando “sem dormir” ou a que vai me conceder o status de amigo fiel?”.
Moral da história: se nos últimos dias algum amigo seu foi pra uma reunião com você, mas acabou entrando noutra empresa, não se zangue comigo, mas eu tinha que dizer o que eu disse… 🙄 Eu sei que é clichê, mas foi mais ou menos assim: “amigos, amigos, multinivel à parte”.
Aprenda a escolher uma empresa de marketing multinivel
Se você também foi fazer uma busca no Google e acabou chegando aqui, é provável que esteja querendo saber quais são as empresas de marketing multinivel ideal para trabalhar. Então saiba que você não é o único, pois de uns tempos pra cá esse mercado sofreu uma verdadeira explosão e todos os dias milhares de pessoas dão seus primeiros passos na indústria MMN.
E o que isso quer dizer?
Quer dizer que se muita gente está a procura de empresas de MMN, então existe um grande mercado e, consequentemente, muitos players querem abocanhar uma fatia dele, ou seja, querem conquistar uma parcela desse público.
Desde as próprias empresas, até toda uma leva secundária de fornecedores que surgiu em função dessa demanda, a começar pelos próprios distribuidores/recrutadores das empresas de marketing de rede, depois pelos autores de livros sobre o tema, produtores de cursos, de materiais de treinamento, palestrantes motivacionais e até autores de blogs (como eu) que buscam sua audiência, todos estão loucos para que você pergunte: “qual a melhor empresa?”.
Então, na hora de fazer essa perguntinha mágica, entenda que um exército de pessoas está interessado em lhe responder, de acordo com os respectivos interesses delas mesmas. Não espere encontrar um “amiguinho” que lhe mostre “de coração” o caminho das pedras. Claro, quem for lhe apresentar uma “oportunidade multinivel” vai desejar seu sucesso, afinal, esse é um mercado onde pessoas vivem do sucesso de outras pessoas.
Mas o que quero é abrir seus olhos para que saiba que isso é um negócio e ninguém está brincando de ser bonzinho. Há interesses econômicos por trás de qualquer indicação que possam lhe fazer – ou resposta que possam lhe dar!
Em alguns casos, existe sim uma certa dose de altruísmo, mas via de regra, se você for sair por ai perguntando em alto e bom som “qual a empresa ideal?”, o que não faltará são lôbos disfarçados de cordeiro lhe oferecendo oportunidades que não são tão “oportunidades” assim. Mas, desde que a proposta seja um negócio legítimo, a troca não deixa de ser justa: a pessoa lhe indica um negócio e lhe ensina o que você deve fazer; e você a retribui fazendo o que deve ser feito e gerando retorno para o grupo. Até aí tudo bem, mas fique atento para o fato desse negócio ser algo que vá beneficiar apenas o lôbo. Todo cuidado é pouco!
Mas porque estou dizendo isso? Para que você não dê ouvidos à ninguém, evite a todo custo as opiniões alheias e não aceite um patrocinador que lhe guie? Claro que não! O multinível não funciona assim… Você deve sim aceitar o conhecimento de quem está há mais tempo no negócio, as opiniões e dicas de quem já está jogando o jogo e, se calhar, entrar no negócio com essa pessoa. Bom seria que a proposta da primeira pessoa que lhe fala de MMN realmente fosse a melhor pra você e “todos vivessem felizes para sempre”.
O fato é que você precisa agir tendo em mente que se há um interesse mercadológico por parte da pessoa que está lhe convidando, sua decisão também deve se pautar pela lógica comercial e não por “consideração”. Ou seja, por mais amigo que alguém possa ser, há um interesse financeiro por parte dessa pessoa quando ela lhe convida para alguma empresa de multinível. Então, por mais fiel amigo que você seja de alguém, sua análise deve partir de um ponto de vista puramente comercial ao aderir à empresa dessa pessoa.

Não escolha uma empresa de marketing multinivel baseado na sorte

Dito isto, o que de mais cauteloso você pode fazer é correr atrás de informações para que você mesmo possa responder essa pergunta. O ideal é que tenha parâmetros pra fazer você próprio uma análise fria, calculista e imparcial… Que possa julgar você mesmo se a empresa é boa ou ruim e decidir por conta própria. “Mas como fazer isso se eu não sei nada de MMN e só conheci esse modelo de negócio agora?”
Bem, qualquer negócio que lhe seja apresentado, antes de ser uma empresa de multinível, é uma empresa como qualquer outra. Utilize-se de sua visão empreendedora, use seu senso lógico, pense você mesmo sobre a viabilidade do negócio. Existe uma boa oferta? Existe uma demanda significativa? Há um potencial de crescimento frente a concorrência? Essas são perguntas pertinentes a qualquer negócio e não voltadas ao mercado multinível.
Claro, em se tratando de marketing de rede, após fazer sua análise do negócio como um todo, algumas perguntinhas mais específicas devem ser levadas em conta. Abaixo vão algumas dicas:
  • O plano de bonificação da empresa é coeso e tem uma matemática que fecha?
  • Há uma demanda pelo que a empresa vende ou é uma promessa puramente de ganhos financeiros?
  • As pessoas que estão gerindo a empresa tem experiência no setor? (essa é muito importante)
  • Existem margens de lucros suficientes para a empresa ganhar dinheiro e ainda pagar a rede?
  • A empresa tem um plano de carreira realmente compensador?
  • Toda a parte contratual e documentação de normas e procedimentos estão ok?
  • A empresa é filiada a ABEVD?
  • A empresa tem um plano de negócio de médio longo prazo?
  • A empresa tem um bom sistema de treinamento e desenvolvimento pessoal?
  • E, por fim, a pergunta que não quer calar: é mesmo uma empresa ou apenas uma pirâmide financeira?

Decida qual vai ser seu próximo MMN

Assim, se a resposta da pergunta “qual a melhor empresa de marketing multinivel?” vier de suas próprias conclusões, creio que esteja bem próximo de tomar uma decisão acertada.
Para isso caro leitor, lembre-se que você não deve nada a ninguém. Que negócio bom é negócio que dá certo! E pra seu negócio de multinível dar certo, nada melhor do que empreendê-lo por pura paixão pelo projeto e, de forma alguma, por consideração à alguém.
Fonte: MMN Expert

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

EMPRESAS CAVAM SUA PRÓPRIA COVA COM A PÁ DA GANANCIA

No mundo do Marketing de Rede ou Multinível como é mais conhecido atualmente vemos todos os dias empresas nascerem e morrerem, algumas vão a falência, outras simplesmente somem do mapa levando valores dos empreendedores. E mais do que o prejuízo financeiro fica o prejuízo moral: aqueles que colocaram parentes, amigos, colegas de trabalho e que agora para não admitir a burrada que fizeram simplesmente dizem que "a forma de trabalho da empresa não é reconhecida aqui no Brasil", ou simplesmente se tornar uma figura mal vista entre pessoas do seu convívio, e isso é um prejuízo incalculável para alguém que lida com pessoas.
Outras simplesmente crescem os olhos quando sua empresa começa a deslanchar, ficam deslumbrados com o aumento exponencial de ganhos com as vendas de kits, de produtos e com aumento de novos distribuidores e o que fazem? Melhoram ainda mais seu sistema? Não, criam entraves, restringem de todas as formas e maneiras de seus lideres crescerem, usam de artimanhas antiéticas do mundo do MMN até mesmo permitindo membros do STAFF da empresa de fazer o marketing da mesma, o que no mundo do multinível é uma aberração, pois quem trabalha para a empresa em lugar nenhum do mundo tem permissão de fazer seu marketing, pois isso gera conflito de interesses, fazendo com que aquele "profissional" direcione facilidades para seu próprio grupo em detrimento dos demais, ou pior, ignorando as demandas dos grupos "concorrentes" ao seu fazendo com que lideres que antes tinham ganhos expressivos morram a míngua com bônus de rede totalmente ridículos em relação ao mercado multinível.
Outras empresas simplesmente mudaram as regras no meio do jogo, fazendo com que grupos inteiros fossem prejudicados, e consequentemente os lideres terem de recomeçar praticamente do zero.
E com isso, o que ocorre? Claro que os empresários independentes ou distribuidores irão se sentir traídos e magoados, e com isso, com toda certeza irão procurar outras paragens para desenvolver seu negócio com segurança, causando uma derrocada de lideres e distribuidores, vemos isso todas as vezes que as ditas empresas dão uma de "espertas". 
Não serão as primeiras e não serão a última, mas parece que não aprendem a lição.
Se você que ainda está pensando em abraçar um negócio, em vestir uma camisa, não se esqueça: mais vale trabalhar com o pé no chão construindo um negócio sólido com uma empresa séria que não vai sumir do mapa amanhã do que arriscar suas economias na ilusão de ficar rico da noite para o dia e além de perder o seu dinheiro, perder seus amigos, perder sua paz! Por isso devemos ver qual a empresa que está ai a décadas, qual empresa não "tira a máscara" e tem se mantido firme e sólida? Qual empresa tem um sistema de TI robusto e confiável? Qual empresa tem produtos TOP e de preço acessível ? Qual empresa mantém o mesmo plano de marketing a décadas? Qual empresa tem investido em infra-estrutura, atendimento e suporte? Se você ainda não sabe qual, eu posso indicar uma com essas caracteristicas.
Aguardo seu contato
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Erickson Ribeiro é empreendedor Multinível desde a década de 90, escritor deste Blog a mais de 8 anos, palestrante, professor, especialista em Educação Ambiental, Expert em Midias Sociais, Especialista em Midias na Educação, Ouvidor da Superintendência de Meio Ambiente da PB