segunda-feira, 27 de julho de 2015

DESPREZO? Devo Excluir quem Deixa meu Projeto?

Devo excluir downlines (amigos) das redes sociais ou cortar relações porque mudaram de empresa ? Caro que não. Algumas pessoas levam para o lado pessoal algo que é estritamente profissional, esquecendo que estamos envolvidos em um “marketing de relacionamento”, onde o bom relacionamento deve existir independente de empresa ou projeto. Lembro bem que em alguns casos, os downlines ás vezes se arrependem da tentativa do outro projeto, ou quando essa tentativa dá errada, e em muitos casos retornam para a antiga empresa, e se no caso, se você os exclui das redes sociais ou corta relações, pessoa ficará com certeza chateado, podendo voltar para a antiga empresa não com você, mas em quase 100% dos casos de volta, ele retorna com outra linha, pois você cometeu a insensatez de magoar aquela pessoa, mostrando que para você, ele era apenas um número, um distribuidor e não um companheiro de projeto ou amigo, já que vivemos dos relacionamentos e da confiança e credibilidade para ganharmos adeptos do nosso projeto.   Já vi isso acontecer demais, inclusive em meu próprio círculo de amigos, um grupo de uma determinada empresa, revoltada com o “líder” que tomava certas atitudes de cunho pessoal (quando deveria ter profissionalismo e amizade) em relação a pessoas que tentavam outro projeto, resolveram retornar a empresa, mas desta vez com outra linha ascendente. Acontece que essas lideranças eram tão queridas, que arrebanharam vários outras pessoas da linha desse “líder” insensato também insatisfeitas com suas atitudes mesquinhas, que ficaram inativas no período regulamentar contratual e depois fizeram um novo cadastro com aqueles lideres queridos e carismáticos para a mesma empresa que um dia deixaram, levando o antigo “líder” a perder 97% da sua antiga rede, ou seja, quase na sua totalidade o abandonou.   Vivemos em um mercado livre, onde somos empreendedores independentes, e não temos vínculo de exclusividade com nenhuma empresa, podendo fazer parte de várias sem nenhum prejuízo.  (Veja o Artigo: Exclusividade no Multinivel élegal?)  Quando sua empresa ou negócio tem qualidade e solidez, não devemos ter medo ou receio de nada, pois a rede de relacionamentos é nossa e as pessoas são livres e adultas para decidir seu destino. Logo, se aborrecer ou se indignar devido a algumas pessoas não mais fazerem parte do nosso projeto não significa que aquela pessoa deve ser excluída do nosso círculo de amizades, pois a roda gira e quem sabe aquela pessoa poderá retornar ou mesmo se aliar a nós em um futuro novo projeto?  Logo, não descarte nem despreze ninguém. Não é prudente, nem é civilizado tomar atitudes amedrontadas ou precipitadas. Vivemos em um mercado de pessoas, e se magoarmos pessoas por pensar diferente de nós, podemos correr um sério risco de nos ilharmos e ficarmos sós, boiando a esmo no mercado de multinível.

Erickson Ribeiro 
Formado em Letras, Especialista em Midias
20 anos de Experiencia em MMN, Palestrante, Coach

terça-feira, 2 de junho de 2015

O SEGREDO DO SUCESSO

Karin Hueck
Para a mielinização ser mais eficiente, é preciso errar muito e sempre. Você já deve ter sentido isso na pele. Quando cai da bicicleta ou leva uma bronca do seu chefe por causa de um relatório malfeito, você vai se esforçar em dobro para o escorregão não acontecer de novo. "Se você sempre repetir aquilo que já sabe, não há evolução. O ideal é falhar tentando algo novo e mais difícil", diz Anders Ericsson. É nessa condição que a mielina é mais eficientemente espalhada pelo cérebro. Os que erram - e treinam mais - são também recompensados. Isso é visível em ressonâncias magnéticas. Músicos, escritores e crianças que tiram nota alta têm muito mais massa branca do que seus pares "comuns". Quem, aliás, era recordista em massa branca era Einstein. Quando o cérebro do físico foi dissecado, notou-se, entre outras coisas, uma quantidade anormal de mielina. "Quem nunca errou nunca fez nada de novo", dizia ele. 

Na teoria, a mielina é muito linda: ela recompensa quem se esforça e qualquer um pode ser bem-sucedido. Mas, como tudo na vida, há algumas limitações (ou você acreditava realmente que poderia ser como o Kaká?). O auge da mielinização acontece durante a infância, quando toda forma de atividade é novidade e tem de ser aprendida: de abrir os olhos a usar os talheres. Até os 30 anos, ela continua em alta escala - e é justamente quando se aprendem novas habilidades com facilidade. Até os 50, a mielina ainda pode ser ajustada em direção a um ou outro aprendizado. Depois disso, infelizmente, as perdas são maiores que os ganhos. A mielinização continua, mas para preservar as aptidões já adquiridas. Ou seja, a má notícia é que, se você quisesse ter sido o Kaká, deveria ter começado cedo. Já a boa é que, se você se contenta em apenas melhorar o seu trabalho para ser promovido, há tempo de sobra.

Além da idade, há algumas limitações sérias. Há cérebros mais preparados para mielinizar do que outros. Por exemplo, quem não consegue metabolizar apolipoproteínas já sai perdendo. Elas são proteínas que se ligam às gorduras (o colesterol, principalmente) e têm grande influência na produção de mielina. (Mielina tem muito colesterol. Por isso, se você andava cortando o ovo com medo de problemas cardíacos, pense que isso pode estar emburrecendo você. Não é à toa também que médicos ultimamente têm receitado ovo para pacientes com Alzheimer - ele parece influir nas habilidades do cérebro.) Essa disfunção pode ser detectada numa análise genética, mas, adivinhe só, como tudo que envolve genes, ainda não está esclarecida. 

Tem que lutar, não se abater


Se treino é responsável por boa parte do sucesso das pessoas que chegaram ao ponto mais alto do pódio (outros fatores virão), é preciso entender o que as levou a se esforçar tanto. Quem passa 10 mil horas da vida se dedicando a qualquer coisa que seja tem pelo menos uma característica muito ressaltada: o autocontrole. É ele que permite que a pessoa não se lembre que seria muito mais legal dormir ou estar no bar do que trabalhando. O teste do marshmallow, feito na Universidade Stanford na década de 1960, é o melhor exemplo que se tem sobre a ocorrência de autocontrole. Psicólogos ofereciam a crianças um grande marshmallow e davam a elas a opção de comê-lo imediatamente ou esperar um tempinho enquanto os psicólogos saíssem da sala. Se as crianças esperassem, ganhariam de recompensa um segundo marshmallow. Apenas um terço das crianças aguentava esperar, o resto comia o doce afoitamente. (Há um vídeo na internet desse teste feito nos dias de hoje. As imagens das crianças tentando resistir à tentação são de partir o coração.) Depois, os pesquisadores acompanharam o desempenho dessas crianças nas décadas seguintes. Aquelas que haviam esperado pelo segundo doce tinham tirado notas mais altas no vestibular e tinham mais amigos. Depois de anos estudando esse grupo de voluntários, concluiu-se que a capacidade de manter o autocontrole previa com muito mais precisão a ocorrência de sucesso e ajustamento - era mais eficiente do que QI ou condição social, por exemplo. Por isso, tente sempre atrasar as gratificações - passe vontade e não faça sempre o que der na telha: o segredo para o sucesso pode estar aí.

A questão agora é entender por que algumas pessoas abrem mão do prazer imediato em troca do trabalho duro, e por que outras preferem sempre sair mais cedo do escritório. O processo mental, na verdade, é muito simples: para ter autocontrole, é preciso não ficar pensando na tentação e focar naquilo que é realmente importante no momento - por exemplo, terminar o serviço. É possível que esses traços tenham uma origem genética, mas é mais provável que a diferença esteja em outro ponto importante para entender o sucesso: motivação. Quem está motivado para ganhar uma medalha olímpica ou fazer um bom trabalho também abre mão da soneca da tarde com mais facilidade.

Motivação e ambição são um negócio meio misterioso, na verdade. Não funciona para todos da mesma maneira. "A maioria das pessoas sonha com um emprego estável, um salário aceitável, um chefe legal. Nem todo mundo tem ambição e quer crescer o tempo todo", diz Marcelo Ribeiro, professor do departamento de psicologia social e do trabalho da USP. Evolucionariamente, isso também faz todo o sentido. Durante séculos de seleção natural, alguns poucos ambiciosos foram escolhidos para conquistar os melhores pares, os maiores pedaços de comida e os cargos de liderança. Infelizmente, toda essa fartura não pode ir para todos - e a maioria teve de aprender a se satisfazer com o pouco que sobrou. 

Dinheiro também não é a solução para todos os problemas. Nem sempre ele funciona como um bom motivador. (Não deixe seu chefe ler isso, se você estiver querendo um aumento.) Num estudo da Universidade Clark, nos EUA, que testava a capacidade de voluntários de resolver problemas de lógica, o dinheiro só atrapalhou. Aqueles que eram recompensados financeiramente para chegar à solução levavam muito mais tempo para resolver o problema. Os outros, sem a pressão do dinheiro, se deram melhor. Em muitos casos, acreditar que você está fazendo algo relevante é mais eficiente para motivação do que um salário mais rechonchudo. Não é à toa, então, que empresas que esperam resultados inovadores têm horários e cobranças flexíveis - para esses funcionários, fazer a diferença e a ilusão de independência valem mais do que ganhar bem. "O desejo de atribuir significado ao nosso trabalho é uma parte inata e inflexível da nossa composição. É pelo fato de sermos animais concentrados no significado que podemos pensar em nos render a uma carreira ajudando a levar água potável à Malaui rural", escreve o filósofo pop francês Alain de Botton, em seu livro Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho. 

Agulha no palheiro

Christopher Langan e Robert Oppenheimer eram dois americanos de QI sobre-humano (o de Christopher é um dos maiores de que se tem notícia: 195. O QI de Einstein, por exemplo, era 150). Christopher aprendeu a ler sozinho aos 3 anos, aos 15 desenhava retratos tão realistas que pareciam fotografias, aos 16 gabaritou o vestibular e perto dos 20 decidiu dedicar sua vida à física teórica. Já Robert fazia experimentos químicos complexos aos 8 anos de idade, aos 9 já falava grego e latim e aos 22 tinha concluído seu doutorado, com passagens pelas Universidades Harvard e de Cambridge. Os dois, além de gênios, eram esforçados e passaram a juventude enfurnados em livros - alcançaram facilmente a marca das 10 mil horas de estudo. Robert virou um dos físicos mais importantes do século 20 e ficou conhecido como o "pai da bomba atômica", pois liderou o time que desenvolveu a arma durante a 2ª Guerra Mundial. Já Christopher fracassou. Largou a faculdade em pouco mais de um ano. Trabalhou como garçom, operário da construção civil e zelador. Hoje, vive enfurnado em casa, sozinho, tentando elaborar uma teoria geral que explique o Universo inteiro. O que foi que deu errado com Christopher?

É duro dizer, mas sucesso depende também de uma boa quantidade de sorte. Estar na hora e lugar certos é muito importante - às vezes até mais do que as horas de treino. Christopher Langan, por exemplo, nasceu em uma família pobre. Chegou à faculdade porque ganhou uma bolsa de estudo. Mas teve de largar as aulas depois de perdê-la, porque sua mãe, que nunca acompanhou ou incentivou seus estudos, esqueceu-se de renovar o contrato que daria ao filho mais um ano de estudos grátis. Sim, ele deu muito azar. Não por causa da mãe desleixada - mas porque nasceu em uma família desestruturada. Um estudo feito na Universidade do Kansas mostrou que crianças que crescem em classes sociais mais baixas ouvem, em média, 32 milhões de palavras a menos nos primeiros 4 anos de vida do que seus colegas abastados (sim, alguém contou). Além disso, elas são expostas a um vocabulário menos variado e não são incluídas nas conversas "de adulto". Isso pode não ter consequências diretas na inteligência das crianças, mas tem na maneira como elas se relacionam com as pessoas. 

Ter habilidade social, aliás, é fator determinante para ser bem-sucedido. E é esse o elemento que foge das estatísticas da ciência. Em áreas em que os mais talentosos são sempre recompensados, como nos esportes ou na música, a regra das 10 mil horas e a importância da persistência fazem sempre sentido. Mas, em ambientes onde a competição é velada, como nos escritórios, o talento pode facilmente ficar em segundo plano - e perder importância para o tête-à-tête, as famosas afinidades. "A personalidade de uma pessoa afeta não só a escolha do trabalho mas, mais importante, quão bem-sucedida ela vai ser na carreira", diz Timothy Judge, especialista em carreira e personalidade da Universidade da Flórida. Timothy revisou 3 estudos longitudinais de personalidade que acompanharam a carreira de mais de 500 pessoas e chegou a conclusões interessantes. Pessoas autoconscientes, racionais e que pensam antes de agir costumam ganhar mais e subir mais cargos. Já quem é extrovertido e emocionalmente estável é mais feliz. Para o pesquisador, depois de anos observando as pesquisas, subir de status pode ser importante, mas o fator mais determinante para o sucesso ainda é sentir-se realizado. "Se a pessoa está infeliz no trabalho, tem de descobrir o que está atrapalhando. Senão o sucesso não vem mesmo."
A fórmula do sucesso

Virados para a lua 
Infelizmente, nem tudo que ronda o sucesso depende só de você. Um tanto de sorte é necessário para se dar bem na vida. Veja dois exemplos em que fatores que fogem do seu alcance podem fazer toda a diferença.

Berços de excelência
Há alguns ambientes em que tudo acontece ao mesmo tempo e surgem grandes oportunidades de sucesso. Foi o caso da Inglaterra nos anos 60, bem no início do rock, quando dezenas de boas bandas, dos Beatles aos Beach Boys, conquistaram o mundo. Ou do Vale do Silício na década de 1980, quando Bill Gates, Steve Jobs e Paul Allen aproveitaram o começo da computação para criar suas empresas e faturar milhões. É questão de sorte, mas procure sempre estar no lugar em que as coisas estão acontecendo.

Dias especiais
O dia do nascimento também pode interferir no sucesso (e não tem nada a ver com horóscopo). É comum que num mesmo ano letivo estudem crianças que nasceram no 1º semestre e outras que nasceram no 2º semestre do ano anterior. As que nasceram no ano anterior, entraram na escola um pouco mais velhas. Essa diferençazinha vira uma grande vantagem quando se trata de crianças pequenas. Os mais velhos terão a coordenação motora e o desenvolvimento intelectual mais adiantados do que os outros.
 FONTE: http://super.abril.com.br
Para saber mais 

Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho
Alain de Botton, Rocco, 2009.

Fora de Série - Outliers
Malcolm Gladwell, Sextante, 2008.

O Código do Talento
Daniel Coyle, Agir, 2010.

The Genius in All of Us
David Shenk, Doubleday, 2010.

terça-feira, 21 de abril de 2015

SUPERAÇÃO: VOCÊ PODE SER UM VENCEDOR

A cada dia que passa, tenho visto a sociedade se fechar em uma bolha de pessimismo, de desânimo, de negatividade, mas ai me pergunto: - "Será que tudo é ruim nessa vida, nesse planeta?"
Claro que não, essa campanha de "negatividade" começa antes de mais nada na nossa TV, com programas policiais que exaltam a violência, com novelas onde o "melhor" personagem é o vilão malvado, a esposa que trai, o galã moral e eticamente questionável. Na escola, a "moderna" educação sempre dá moleza ao que não se esforça e ao preguiçoso(sou professor formado e com especialização). Na política se exalta o assistencialismo, promovendo dar o "peixe ao invés de ensinar a pescar". 
Mas ai começo a ver casos e mais casos de pessoas que saíram da condição de pobreza, da condição menos favorável possivel e que conquistaram seu espaço, sua independência, conquistaram seu SUCESSO. Eu mesmo vim de uma família numerosa, de nove irmãos, onde dividíamos até um ovo frito entre dois irmãos para que todos pudessem comer. Ingressei na faculdade com 33 anos de idade e com muita luta me formei e mudei minhas história, mas isso fica pra outra ocasião.

Vejo o caso do ex-pedreiro Gildásio Mota, ex-morador de uma humilde comunidade em Francisco Morato (SP), que saiu das obras, saiu de uma casa de favor (morava com parentes da sua esposa) e venceu no ramo das vendas diretas. Conquistando casa própria, carro importado com o seu próprio esforço. 
Mas ai alguém pode dizer que é um em mil casos, e tenho de concordar com quem pensa assim, sabe por que? Porque a grande maioria não quer sair da zona de conforto, a grande maioria está contaminada com a negatividade do "não posso, não consigo, é muito dificil, é impossivel", e essas pessoas muitas vezes nem tentam mudar sua realidade, nem se dispõe a conhecer algo que mude sua realidade, estão tão presas no mundinho de violência televisiva, de tragédias "novelescas"que as mantém em uma HIPNOSE viral, que não tem sequer disposição ou vontade de mudar de visão de mundo, de visão de vida. Vivem presos ao mundo de "Hardy" (personagem de desenhos) dizendo: "Oh céus, ohh vida, Ohh azar".
E como mudar isso? Simples, comece mudando sua mente. Feche as portas do negativismo televisivo, eu mesmo não assisto mais nada relacionado a novelas, muito menos programas policiais, tento me focar em coisas agradáveis, e noticias em geral. Leio livros que vão elevar minha auto-estima, me relaciono com pessoas de sucesso, ou que tem o mesmo objetivo de progredir de forma ética. Não me fecho quando uma nova oportunidade de aprendizado se abre, e não digo NÃO, de cara a uma nova perspectiva.
Seja tambem um arquiteto do seu novo futuro. Comece hoje a tentar algo diferente para que amanha você possa celebrar a mudança de vida, pois ela sempre começará dentro de sua mente.
Erickson Ribeiro
É formado em Letras e Literatura,
Pós Graduado em Educação Ambiental e Midias na Educação
Coach e lider de Grupos de Vendas


sexta-feira, 17 de abril de 2015

VOCÊ ESTÁ ENTUSIASMADO?

Muitas pessoas nesse mundo se fecham em uma concha de reclamações e amargura, mas essas pessoas precisam se entusiasmar. A palavra entusiasmo vem do grego “en-theos-asm” que significa “sopro de Deus dentro”. Se a respiração é nossa principal fonte de energia física, o entusiasmo é a principal fonte de energia motivacional. O entusiasmo gera uma imensa energia interna, dotada de um ânimo capaz de mover as pessoas adiante, com dedicação, paixão e força criadora, ainda que as condições não sejam as melhores, tanto que a experiência mostra que o sucesso e o êxito estão, na maioria das vezes, relacionados ao nível de entusiasmo das pessoas do que à sua capacitação técnica ou à abundância de recursos.
Quando existe entusiasmo, mesmo as tarefas mais chatas e difíceis são realizadas com empenho, dedicação e alegria. O entusiasmo inspira credibilidade, faz crescer a força de vontade, ajuda a renovar as forças e faz-nos ver a derrota como uma nova oportunidade para começar e fazer melhor.
Vamos nos entusiasmar, pois as pessoas positivas, entusiasmadas contagiam positivamente os que as rodeiam, já as chatas, amarguradas, infelizmente contagiam negativamente quem os rodeia, deixando todos com energia pesada e fora de foco. Seja Entusiasmado, esteja junto de Deus.
SUCESSO

domingo, 12 de abril de 2015

O ABACAXI

João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa.
Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:
— Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado.
O Juca,que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.
O patrão escutou atentamente e disse:
— João, foi muito bom você vir aqui.
Antes de tocarmos nesse assunto, tenho um problema para resolver e gostaria da sua ajuda.
Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço.
Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
João, meio sem jeito, saiu da sala e foi cumprir a missão.
Em cinco minutos estava de volta.
— E aí, João?
— Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
— E quanto custa?
— Isso eu não perguntei, não.
— Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
— Também não perguntei isso, não.
— Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
— Não sei, não…
— Muito bem, João. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco.
O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera a João:
— Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda.
Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor.
Em oito minutos o Juca voltou.
— E então? – indagou o patrão.
— Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal; e se o senhor preferir, tem também laranja, banana e mamão. O abacaxi é vendido a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascado. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles darão um desconto de 15%. Aí aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo – explicou Juca.
Agradecendo as informações,o patrão dispensou-o.
Voltou-se para o João, que permanecia sentado ao lado, e perguntou-lhe:
— João, o que foi mesmo que você estava me dizendo?
— Nada sério, não, patrão. Esqueça. Com licença.
E o João deixou a sala…
Tem muita gente assim. Acomodada, que não faz absolutamente nada além do que foi estritamente pedido ou solicitado. São pessoas que acham “que já fazem demais” e sentem-se os eternos injustiçados. Num mercado competitivo como o do mundo atual, quem for melhor, quem se esforçar mais, quem se interessar realmente pelo que faz, é óbvio, que vai galgar postos no ambiente de trabalho. Não se restrinja, não se limite, amplie seus horizontes. Só assim você vai se destacar e ter sucesso na sua vida profissional.

segunda-feira, 23 de março de 2015

CINCO LIÇÕES DE LIDERANÇA DO CAPITÃO KIRK


Empreendedores Lideres ou profissionais 
que desejam subir as escadas do sucesso,  
sempre podem ter dicas de gestão e das habilidades de liderança do Capitão James Tibérios Kirk, que lidera a equipe de Nave  Estelar USS Enterprise do universo de Star Trek. 
Enquanto lutava contra o notório vilão Khan Noonien Singh sem mostrar qualquer misericórdia ou contra o terrível Gorn em quem ele até mostrou certa simpatia, Kirk mostrou a maneira de como os homens 
responsáveis ​​devem agir. 
Apesar de ter 17 violações temporais em seu crédito, o Capitão Kirk sempre acreditou em um bem maior e nunca se importou com as repercussões das suas ações.
Aqui vamos dar uma olhada em cinco lições importantes do capitão estelar mais 
condecorado da Frota Estelar.

1. Há sempre uma maneira de vencer.
Como Kirk diz no episódio “A Quem os Deuses Destruíram"," Se isso acontece comigo,
acontece com você." Todos os dias nos deparamos com situações que parecem sem esperança. Mas, novamente, acho o pensamento à frente do seu tempo, e a vitória será sua assim como o Capitão Kirk saiu de uma situação sem saída e sem chances para uma vitória fantástica no teste do Kobayashi Maru tornando-se o único cadete a vencê-lo.
 
2. Não tenha medo. Você sempre pode superar o medo.
O encontro com centenas de diferentes obstáculos a bordo do USS ]
Enterprise, o Capitão Kirk nunca cai na armadilha do medo. Em vez de ter apreensão, ele é tomado pela admiração da situação difícil, vendo essas como oportunidades para se sobressair. Observe, avalie e decida.  Essas três palavras parecem ser o mantra que ajuda o capitão ao longo de sua carreira.
 
3. Nunca diga NUNCA, ao confronto!
Existe valor de uma diferença de opinião. 
Mas, nunca o deixe vir na forma de rebaixar a sua própria opinião, especialmente quando outros tentam intimidar você a aceitar seus pontos de vista. Como Kirk diz em 'Star Trek: A Série Clássica "-" Há certas coisas, que os homens devem fazer para 
permanecer homens ".
 
4. Assumir a liderança.
Ficar esperando que as coisas 
caíssem do céu nunca irá levá-lo a lugar algum. Antecipar dificuldades, mas nunca ficar para trás e antes de tudo, acreditar em você mesmo. Faça ajustes no curso ou rota para atingir seu objetivo, pois mudanças de estratégia são sempre possíveis. Não é de admirar que o Capitão Kirk consiga entrar em ação em primeiro lugar e, em seguida, se adapta as situações mais difíceis. "Intuição, mesmo que ilógica, é algo reconhecido como uma prerrogativa de comando", citando Kirk.
 
5. Escute os outros, mas você é o patrão da sua vida.
Enquanto Capitão Kirk sempre está aberto aouvir os conselhos de Spock e McCoy, ele 
sempre toma a decisão final. Como Kirk diz - "Uma das vantagens de ser um capitão é ser capaz de pedir conselhos, sem necessariamente ter de aceita-los". Existem maneiras de encontrar as melhores soluções por si mesmo do que seguir o conselho levado a você. Você é o patrão da sua vida. Não se sinta culpado de ignorar o conselho! Você é o patrão do seu sucesso. 

Não se sinta culpado de ignorar o conselho!

sexta-feira, 20 de março de 2015

Decisões E Atitudes


Quantas pessoas você conhece que desejam uma vida melhor, mas não fazem nada de efetivo para conquistá-la?
Muitas pessoas dizem: "Decidi emagrecer!" - Emagreceram? Não.
Outras pessoas dizem: "Decidi parar de fumar!" - Pararam? Não.
Há ainda os que dizem: "Segunda-feira começo a Academia! Projeto VERÃO!" - Fazem uma semana de academia e abandonam.
Existe uma grande diferença entre a decisão e a atitude.
As duas são escolhas, mas a decisão é uma apenas uma ideia, um pensamento, uma escolha "teórica", enquanto a ATITUDE é uma escolha colocada em prática. Atitude é ação. É movimento. Atitude gera resultados!
Também não adianta ter iniciativa 10 e persistência 0. Os resultados só aparecem se você mantiver os esforços ao longo do tempo. É preciso muita disciplina e persistência.
O filósofo Aristóteles já dizia: "Nós somos o que repetidamente fazemos. Portanto, a excelência não é um feito, e sim um hábito."
Nós somos filhos das nossas atitudes! Reflita sobre isto!
Fonte: Carlos Hilsdorf

sexta-feira, 13 de março de 2015

O QUE O MARKETING MULTINÍVEL REPRESENTA PARA A ECONOMIA?

Diferente do Brasil, outros países já demonstram um grande crescimento econômico neste setor. Segundo a Direct Selling Association (DSA):

  • 27% do PIB americano são provenientes da indústria do Marketing Multinível;
  • 24% do PIB japonês é proveniente da indústria do Marketing Multinível;
  • 20% dos milionários americanos construíram sua fortuna com negócios baseados em Marketing Multinível;
  • O setor já representa 96,7% do faturamento do setor de Vendas Diretas.
Nos Estados Unidos, empresas como Coca-cola, Colgate Palmolive e Cit Bank, têm suas próprias divisões do Marketing Multinível ou utilizam da estrutura de empresas do setor para escoar alguma linha de produtos, com características relacionadas a esse sistema de vendas. Como podemos perceber, algumas empresas que atuam no Brasil com venda direta mononível perceberam a tendência de mercado e desenvolve suas atividades fora do país como marketing multinível.

Fonte: site vendasdiretas.com.br
No Brasil, esse modelo de negócio desembarcou em 1991, mas somente agora começou a se maturar. Em 2013 foi faturado UU$ 166 bilhões no mundo com vendas diretas onde, de acordo com a ABEVD, o Brasil é o 4º lugar com 38,8 bilhões. Para endossar as afirmações de que o Brasil crescerá nesse mercado, além do desenvolvimento incontestável das tradicionais empresas do setor, como Herbalife, Mary Kay, Novety Cosméticos e Amway Corporation, alé de muitas outras do segmento, podemos apontar a possível entrada de algumas gigantes tradicionais como Unibanco, TAM Linhas Aéreas, Itaú, Banco do Brasil.

A comum confusão: Marketing Multinível X Pirâmide financeira

Há no mercado algumas empresas que se disfarçam de marketing multinível, porém são de esquema Ponzi ou mais conhecida como pirâmide financeira, tornando-se cada vez mais comum.
Um dos primeiros registros datam no ano de 1920 tendo como principal figura o ítalo-americano Charles Ponzi, o autor da maior fraude já registrada. O esquema Ponzi é baseado em pessoas e não em produtos e configurado como crime na maioria dos países. As principais características para recrutar novos distribuidores são:
  • Promessa de altíssimos rendimentos em curto prazo;

  • Adesões Caras;

  • Obtenção de rendimentos financeiros que não estão bem documentados;
  • Geralmente dirigido a um público não financeiramente esclarecido;
  • Ausência de produtos, ou produtos digitais fantasiosos, uso de produtos que são vendidos a um preço com alto valor referente ao preço real de mercado (superfaturados) ou até mesmo produtos sem relevância alguma (ex. disquete, produtos sem permissão de venda ou ausência de regulamentação dos órgãos competentes – ANVISA, ANATEL, etc.). A venda dos produtos é considerada atividade secundária, já que o mais importante é recrutar novas pessoas;
  • Movimentação apenas de dinheiro;
  • Nenhum vínculo com leis e arrecadação de impostos federais (Sedes em Hong Kong, Singapura ou Paraisos Fiscais) . Em geral, os participantes acabam "pagando para trabalhar".

Quem recomenda trabalhar com o marketing multinível?

Algumas personalidades e autores renomados e reconhecidos internacionalmente recomendam o marketing multinível. Cientificam que é possível começar com um baixo investimento, possibilitando ter uma renda extra ou até mesmo estimulam criar um negócio próprio, dependendo do objetivo do interessado. Indicam também pelo desenvolvimento pessoal e profissional onde muitas vezes é visto como uma escola de negócios onde é possível desenvolver inúmeras habilidades tais como: liderança, oratória, resiliência, capacidade de trabalhar e desenvolver equipes dinâmicas.

Os autores que mais indicam esse mercado são: Robert Kiyosaki, Donald Trump, Max Gehringer, Roberto Shiniashik, entre outros. Além disso, o marketing multinível ganhou espaço nas grades curriculares em muitas universidades.
O marketing multinível cresce a cada dia no país e traz a proposta de desenvolver o empreendedorismo, sem necessidade de um alto investimento inicial. Apesar do Brasil ainda estar no início da expansão desse mercado, é visível a tendência desse modelo de negócio no exterior, onde também é desenvolvido em busca de uma aposentadoria digna e independente, como mostra um artigo da Forbes, recentemente publicado.
Além da possibilidade de abrir o próprio negócio, o marketing multinível possibilita mudança de estilo de vida através de seus produtos – normalmente de alta qualidade – e um moderno modelo de negócio. É uma ótima oportunidade para quem busca complementar sua renda, construir riqueza e sair do tradicional modelo industrial de trabalho: das 8h às 18h. E sim, você não será pago como empresário se o encarar como um hobby.
Fonte: http://www.administradores.com.br/