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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

PORQUÊ MUDAR ?











por Paulo Araujo*





Não, não tem jeito.
A única coisa que não deve mudar nos próximos anos é o constante estado de transição que estamos vivendo, e com a possibilidade de elas se
tornarem cada vez mais rápidas. Isso significa que para conseguir acompanhar o ritmo e ter sucesso na vida, as pessoas devem se adaptar a novas situações, "aprender a aprender", reciclar conceitos, posturas e atitudes.

É lógico que mudar o jeito de ser não é fácil. Mas quando se fala em mudança, não é uma sugestão para aderir ao radicalismo. Muito pelo contrário, as mudanças mais eficazes são aquelas realizadas sem traumas, planejadas e executadas de forma transparente - pequenas, mas contínuas.
Por que mudar?
Simplesmente porque o mundo em que nascemos não é mais o mundo em que vivemos. A grande maioria de nós faz parte da geração "KichutedoCongaBamba", ou seja, era uma grande alegria ganhar um Kichute novo para jogar bola (dando o laço em volta do tornozelo ou por baixo do dito cujo), um Bamba monobloco branco para as aulas de educação física no colégio e o Conguinha branco para desfilar no dia 07 de setembro.
Éramos felizes assim, mas isso é passado.
Mas como mudar?
1. Saia da zona de conforto.
Todos, sem exceção, têm hábitos, crenças, valores, preconceitos, soluções testadas para determinadas situações. O problema não é mudar, é saber o que e o quanto mudar.
Evoluímos ao mesmo tempo como profissionais e seres humanos. Então, como descobrir qual a velocidade em que devo mudar? Nada é estático - descubra quais os pontos que hoje atrapalham a ascensão profissional ou algo no campo pessoal.
É preciso buscar novas habilidades e aptidões para ser mais competitivo no mercado. Pergunte a você mesmo quais competências estão faltando para o desenvolvimento da área profissional.
2. Medo e insegurança. 
Anormal seria se não existissem essas sensações. O desconhecido gera medo e insegurança. É natural e benéfico passar por este processo, pois ele nos faz ponderar um pouco mais, evitando a precipitação na tomada de decisões.
O problema é quando o medo não deixa agir. Ter medo é normal, mas continue a pesquisar e verificar se vale a pena mudar. Não fique estático, não pare o processo. Torne o medo um aliado.
Pergunte-se sempre: o que exatamente me causa medo no processo de mudança? Medo de perder o emprego? A família? Meus bens materiais? O que assusta tanto que não me deixa evoluir?
3. Novas possibilidades. 
Essa é a recompensa para quem consegue superar as etapas acima. Novas possibilidades de ganho, atravessar e conhecer novas fronteiras, vencer o desconhecido. Novos desafios demandam novos talentos e competências a serem adquiridos. Não existem desafios que não exijam mudanças.
Diga não à rotina. Pergunte sempre: E por que não? Essa pergunta é preciosa. Para mudar é preciso questionar. Questione, questione e questione exaustivamente. Procure olhar a situação com novos olhos, de forma empática, não fique preso a somente um ponto de vista. Aceite opiniões, novas idéias, crie novas oportunidades.
4. Convença a si mesmo. 
Seja qual for o processo de mudança, a primeira pessoa a ser convencida de que vale a pena mudar é você mesmo. Só inicie um processo de mudança, profissional ou pessoal, se estiver plenamente convencido de que vale a pena.
Se não estiver certo do que fazer é melhor preparar-se um pouco mais, mas dificilmente alguém estará 100% pronto. Imprevistos ocorrem no meio do caminho, mas só os supera quem estiver realmente comprometido e convencido de que os resultados esperados podem surgir.
Lembre-se: você deve ser o primeiro a estar convencido de que mudar vale a pena.


*Paulo Araújo é escritor e conferencista. Formado em Administração de Empresas, tem pós-graduação em Marketing e em Gestão pela Qualidade e Produtividade

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