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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Marketing multinível, Origem

De acordo com Will Marks[1] “O Marketing de Rede é um sistema de distribuição, ou forma de Marketing, que movimenta bens e/ou serviços do fabricante para o consumidor por meio de uma ‘rede’ de contratantes independentes”.

Surgiu na década de 1940, com o químico americano chamado Carl Rhenborg. Ele não estava satisfeito com o sistema de distribuição atual, onde o distribuidor ganhava somente aquilo que vendia. Então ele pensou no conceito de rede, ou seja, quem nunca indicou um restaurante ou uma lanchonete, mas o que o restaurante ou a lanchonete lhe pagaram por isso? Nada. Exatamente aí que estava o erro segundo Rhenborg. Então resolveu criar um sistema diferente, um sistema de bonificação onde o revendedor ganharia um percentual sobre o que outros distribuidores que ele trouxe para a companhia vendessem.

Existem várias siglas e nomes para este tipo de negócio, então vamos a elas:

* Marketing de Rede (MR)
* Marketing Multi Nível (MMN)
* Multi Level Marketing (MLM)
* Network Marketing (NM)

Também o marketing de rede é um novo conceito de venda direta, ou seja, aquela venda sem intermediários, onde a empresa pode remunerar muito melhor seus distribuidores ao invés de pagar por campanhas milionárias.

Ondas

O marketing multinível ou marketing de rede, como é mais conhecido foi divido em várias ondas:

1ª Onda: 1941 à 1979

Surgiu quando iniciou o marketing de rede, havia uma forte competição entre as empresas legítimas de marketing de rede e aquelas conhecidas como pirâmides. Essa onde teve fim quando a Comissão Federal de Comércio, o órgão de fiscalização americano, decidiu que o marketing de rede e todas as empresas que faziam parte de negócio eram legítimos.

2ª Onda: 1980 à 1989

Com o uso da tecnologia dos computadores, ficou muito fácil uma empresa de MMN. Houve uma explosão sem precedentes de empresas de marketing de rede, pois todo mundo queria ter a sua empresa de MMN. Muitas nasciam em fundos de quintal e garagens, sem muita estrutura, muitas delas quebravam depois do 4º ou 5º ano de funcionamento, deixando milhares de distribuidores milhares de dólares em produtos.

3º Onda: 1990 à 1999

Nos anos 90, tudo isso mudou, criou-se leis para normatizar o segmento e uma série de empresários com experiência profissional passaram a fazer parte dos quadros dessas empresas. A automação também foi fundamental nesse processo. Sistemas de computadores tornou simples os complexos cálculos de comissões a serem pagas aos distribuidores.

4ª Onda: A partir dos anos 2000

O período de expansão do setor, que cresce mais que qualquer economia do mundo, contando aproximandamente com 35 milhões de distribuidores no mundo e esse número aumentando exponencialmente. As formas de vender os produtos e serviços nunca foi tão fácil, pois se perdeu o preconceito em relação as empresas desse setor. Muitas pessoas estão finalmente encarando o MMN como um negócio como um outro qualquer.

Modelo de negócio

De acordo com a obra de Bernard Lalonde[2], “É cada vez maior o número de companhias dispostas a confiar a distribuição de seus produtos e a atenção personalizada a seus clientes a terceiros especializados”. O que reforça a idéia de o modelo de Marketing de Rede ser uma grande tendência em diversos segmentos de mercado.
Marketing de Rede é uma espécie de franquia pessoal, ou seja, ao invés de pagar R$ 100.000,00 pela taxa de franquia, o empreendedor paga um valor bem menor. Esse é bem pequeno, em torno de R$30 a R$150 na maioria dos casos. Entretanto, a grande maioria das empresas cria pacotes de ingresso que incluem determinada quantidade de produtos. O cadastro como distribuidor, somado a esses pacotes de produtos, pode atingir um valor entre R$500 e R$10.000. Além disso, não há meios de impedir a saturação do mercado pelo recrutamento excessivo: quem realmente sai ganhando são aqueles que entraram mais cedo no sistema e por isso estão nos níveis superiores.
Por vezes é difícil estabelecer uma fronteira entre marketing multinível e um esquema em pirâmide. Simplificando os conceitos, o sistema de pirâmide é um esquema de recrutamento de pessoas, onde não existe produto, movimentando dinheiro somente com a entrada de novos membros e com suas taxas de mensalidades, ou seja, um sistema onde não existe um produto sendo comercializado. Já marketing de rede, existe um produto ou um serviço sendo comercializado. Os ganhos dos empresários/distribuidores vem de diversas formas como: ganho na revenda dos produtos, ganho no recrutamento de novos distribuidores, participação nos lucros da empresa, entre outras formas de ganhos dependendo da empresa.
É importante notar que todos os esquema em pirâmide procuram se disfarçar em legítimas empresas de Marketing Multi Nível. Algumas delas chegam a constituir empresas e criarem algo que chamam de "produtos" ou "serviços", mas que na prática não possuem qualquer valor de mercado. Um exemplo clássico disse, são as várias empresas de Cartão de Débito que surgem a cada dia. Estas empresas são, na verdade, esquema em pirâmide. A única diferença é que, ao invés de pagarem aos que estão no topo com dinheiro, utilizam um Cartão de Débito. São as empresas que mais tem enganado pessoas nos últimos tempos. Algumas chegam a pagar bem para muitos, mas sempre algo que tende à desintegração.

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