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terça-feira, 2 de junho de 2015

O SEGREDO DO SUCESSO

Karin Hueck
Para a mielinização ser mais eficiente, é preciso errar muito e sempre. Você já deve ter sentido isso na pele. Quando cai da bicicleta ou leva uma bronca do seu chefe por causa de um relatório malfeito, você vai se esforçar em dobro para o escorregão não acontecer de novo. "Se você sempre repetir aquilo que já sabe, não há evolução. O ideal é falhar tentando algo novo e mais difícil", diz Anders Ericsson. É nessa condição que a mielina é mais eficientemente espalhada pelo cérebro. Os que erram - e treinam mais - são também recompensados. Isso é visível em ressonâncias magnéticas. Músicos, escritores e crianças que tiram nota alta têm muito mais massa branca do que seus pares "comuns". Quem, aliás, era recordista em massa branca era Einstein. Quando o cérebro do físico foi dissecado, notou-se, entre outras coisas, uma quantidade anormal de mielina. "Quem nunca errou nunca fez nada de novo", dizia ele. 

Na teoria, a mielina é muito linda: ela recompensa quem se esforça e qualquer um pode ser bem-sucedido. Mas, como tudo na vida, há algumas limitações (ou você acreditava realmente que poderia ser como o Kaká?). O auge da mielinização acontece durante a infância, quando toda forma de atividade é novidade e tem de ser aprendida: de abrir os olhos a usar os talheres. Até os 30 anos, ela continua em alta escala - e é justamente quando se aprendem novas habilidades com facilidade. Até os 50, a mielina ainda pode ser ajustada em direção a um ou outro aprendizado. Depois disso, infelizmente, as perdas são maiores que os ganhos. A mielinização continua, mas para preservar as aptidões já adquiridas. Ou seja, a má notícia é que, se você quisesse ter sido o Kaká, deveria ter começado cedo. Já a boa é que, se você se contenta em apenas melhorar o seu trabalho para ser promovido, há tempo de sobra.

Além da idade, há algumas limitações sérias. Há cérebros mais preparados para mielinizar do que outros. Por exemplo, quem não consegue metabolizar apolipoproteínas já sai perdendo. Elas são proteínas que se ligam às gorduras (o colesterol, principalmente) e têm grande influência na produção de mielina. (Mielina tem muito colesterol. Por isso, se você andava cortando o ovo com medo de problemas cardíacos, pense que isso pode estar emburrecendo você. Não é à toa também que médicos ultimamente têm receitado ovo para pacientes com Alzheimer - ele parece influir nas habilidades do cérebro.) Essa disfunção pode ser detectada numa análise genética, mas, adivinhe só, como tudo que envolve genes, ainda não está esclarecida. 

Tem que lutar, não se abater


Se treino é responsável por boa parte do sucesso das pessoas que chegaram ao ponto mais alto do pódio (outros fatores virão), é preciso entender o que as levou a se esforçar tanto. Quem passa 10 mil horas da vida se dedicando a qualquer coisa que seja tem pelo menos uma característica muito ressaltada: o autocontrole. É ele que permite que a pessoa não se lembre que seria muito mais legal dormir ou estar no bar do que trabalhando. O teste do marshmallow, feito na Universidade Stanford na década de 1960, é o melhor exemplo que se tem sobre a ocorrência de autocontrole. Psicólogos ofereciam a crianças um grande marshmallow e davam a elas a opção de comê-lo imediatamente ou esperar um tempinho enquanto os psicólogos saíssem da sala. Se as crianças esperassem, ganhariam de recompensa um segundo marshmallow. Apenas um terço das crianças aguentava esperar, o resto comia o doce afoitamente. (Há um vídeo na internet desse teste feito nos dias de hoje. As imagens das crianças tentando resistir à tentação são de partir o coração.) Depois, os pesquisadores acompanharam o desempenho dessas crianças nas décadas seguintes. Aquelas que haviam esperado pelo segundo doce tinham tirado notas mais altas no vestibular e tinham mais amigos. Depois de anos estudando esse grupo de voluntários, concluiu-se que a capacidade de manter o autocontrole previa com muito mais precisão a ocorrência de sucesso e ajustamento - era mais eficiente do que QI ou condição social, por exemplo. Por isso, tente sempre atrasar as gratificações - passe vontade e não faça sempre o que der na telha: o segredo para o sucesso pode estar aí.

A questão agora é entender por que algumas pessoas abrem mão do prazer imediato em troca do trabalho duro, e por que outras preferem sempre sair mais cedo do escritório. O processo mental, na verdade, é muito simples: para ter autocontrole, é preciso não ficar pensando na tentação e focar naquilo que é realmente importante no momento - por exemplo, terminar o serviço. É possível que esses traços tenham uma origem genética, mas é mais provável que a diferença esteja em outro ponto importante para entender o sucesso: motivação. Quem está motivado para ganhar uma medalha olímpica ou fazer um bom trabalho também abre mão da soneca da tarde com mais facilidade.

Motivação e ambição são um negócio meio misterioso, na verdade. Não funciona para todos da mesma maneira. "A maioria das pessoas sonha com um emprego estável, um salário aceitável, um chefe legal. Nem todo mundo tem ambição e quer crescer o tempo todo", diz Marcelo Ribeiro, professor do departamento de psicologia social e do trabalho da USP. Evolucionariamente, isso também faz todo o sentido. Durante séculos de seleção natural, alguns poucos ambiciosos foram escolhidos para conquistar os melhores pares, os maiores pedaços de comida e os cargos de liderança. Infelizmente, toda essa fartura não pode ir para todos - e a maioria teve de aprender a se satisfazer com o pouco que sobrou. 

Dinheiro também não é a solução para todos os problemas. Nem sempre ele funciona como um bom motivador. (Não deixe seu chefe ler isso, se você estiver querendo um aumento.) Num estudo da Universidade Clark, nos EUA, que testava a capacidade de voluntários de resolver problemas de lógica, o dinheiro só atrapalhou. Aqueles que eram recompensados financeiramente para chegar à solução levavam muito mais tempo para resolver o problema. Os outros, sem a pressão do dinheiro, se deram melhor. Em muitos casos, acreditar que você está fazendo algo relevante é mais eficiente para motivação do que um salário mais rechonchudo. Não é à toa, então, que empresas que esperam resultados inovadores têm horários e cobranças flexíveis - para esses funcionários, fazer a diferença e a ilusão de independência valem mais do que ganhar bem. "O desejo de atribuir significado ao nosso trabalho é uma parte inata e inflexível da nossa composição. É pelo fato de sermos animais concentrados no significado que podemos pensar em nos render a uma carreira ajudando a levar água potável à Malaui rural", escreve o filósofo pop francês Alain de Botton, em seu livro Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho. 

Agulha no palheiro

Christopher Langan e Robert Oppenheimer eram dois americanos de QI sobre-humano (o de Christopher é um dos maiores de que se tem notícia: 195. O QI de Einstein, por exemplo, era 150). Christopher aprendeu a ler sozinho aos 3 anos, aos 15 desenhava retratos tão realistas que pareciam fotografias, aos 16 gabaritou o vestibular e perto dos 20 decidiu dedicar sua vida à física teórica. Já Robert fazia experimentos químicos complexos aos 8 anos de idade, aos 9 já falava grego e latim e aos 22 tinha concluído seu doutorado, com passagens pelas Universidades Harvard e de Cambridge. Os dois, além de gênios, eram esforçados e passaram a juventude enfurnados em livros - alcançaram facilmente a marca das 10 mil horas de estudo. Robert virou um dos físicos mais importantes do século 20 e ficou conhecido como o "pai da bomba atômica", pois liderou o time que desenvolveu a arma durante a 2ª Guerra Mundial. Já Christopher fracassou. Largou a faculdade em pouco mais de um ano. Trabalhou como garçom, operário da construção civil e zelador. Hoje, vive enfurnado em casa, sozinho, tentando elaborar uma teoria geral que explique o Universo inteiro. O que foi que deu errado com Christopher?

É duro dizer, mas sucesso depende também de uma boa quantidade de sorte. Estar na hora e lugar certos é muito importante - às vezes até mais do que as horas de treino. Christopher Langan, por exemplo, nasceu em uma família pobre. Chegou à faculdade porque ganhou uma bolsa de estudo. Mas teve de largar as aulas depois de perdê-la, porque sua mãe, que nunca acompanhou ou incentivou seus estudos, esqueceu-se de renovar o contrato que daria ao filho mais um ano de estudos grátis. Sim, ele deu muito azar. Não por causa da mãe desleixada - mas porque nasceu em uma família desestruturada. Um estudo feito na Universidade do Kansas mostrou que crianças que crescem em classes sociais mais baixas ouvem, em média, 32 milhões de palavras a menos nos primeiros 4 anos de vida do que seus colegas abastados (sim, alguém contou). Além disso, elas são expostas a um vocabulário menos variado e não são incluídas nas conversas "de adulto". Isso pode não ter consequências diretas na inteligência das crianças, mas tem na maneira como elas se relacionam com as pessoas. 

Ter habilidade social, aliás, é fator determinante para ser bem-sucedido. E é esse o elemento que foge das estatísticas da ciência. Em áreas em que os mais talentosos são sempre recompensados, como nos esportes ou na música, a regra das 10 mil horas e a importância da persistência fazem sempre sentido. Mas, em ambientes onde a competição é velada, como nos escritórios, o talento pode facilmente ficar em segundo plano - e perder importância para o tête-à-tête, as famosas afinidades. "A personalidade de uma pessoa afeta não só a escolha do trabalho mas, mais importante, quão bem-sucedida ela vai ser na carreira", diz Timothy Judge, especialista em carreira e personalidade da Universidade da Flórida. Timothy revisou 3 estudos longitudinais de personalidade que acompanharam a carreira de mais de 500 pessoas e chegou a conclusões interessantes. Pessoas autoconscientes, racionais e que pensam antes de agir costumam ganhar mais e subir mais cargos. Já quem é extrovertido e emocionalmente estável é mais feliz. Para o pesquisador, depois de anos observando as pesquisas, subir de status pode ser importante, mas o fator mais determinante para o sucesso ainda é sentir-se realizado. "Se a pessoa está infeliz no trabalho, tem de descobrir o que está atrapalhando. Senão o sucesso não vem mesmo."
A fórmula do sucesso

Virados para a lua 
Infelizmente, nem tudo que ronda o sucesso depende só de você. Um tanto de sorte é necessário para se dar bem na vida. Veja dois exemplos em que fatores que fogem do seu alcance podem fazer toda a diferença.

Berços de excelência
Há alguns ambientes em que tudo acontece ao mesmo tempo e surgem grandes oportunidades de sucesso. Foi o caso da Inglaterra nos anos 60, bem no início do rock, quando dezenas de boas bandas, dos Beatles aos Beach Boys, conquistaram o mundo. Ou do Vale do Silício na década de 1980, quando Bill Gates, Steve Jobs e Paul Allen aproveitaram o começo da computação para criar suas empresas e faturar milhões. É questão de sorte, mas procure sempre estar no lugar em que as coisas estão acontecendo.

Dias especiais
O dia do nascimento também pode interferir no sucesso (e não tem nada a ver com horóscopo). É comum que num mesmo ano letivo estudem crianças que nasceram no 1º semestre e outras que nasceram no 2º semestre do ano anterior. As que nasceram no ano anterior, entraram na escola um pouco mais velhas. Essa diferençazinha vira uma grande vantagem quando se trata de crianças pequenas. Os mais velhos terão a coordenação motora e o desenvolvimento intelectual mais adiantados do que os outros.
 FONTE: http://super.abril.com.br
Para saber mais 

Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho
Alain de Botton, Rocco, 2009.

Fora de Série - Outliers
Malcolm Gladwell, Sextante, 2008.

O Código do Talento
Daniel Coyle, Agir, 2010.

The Genius in All of Us
David Shenk, Doubleday, 2010.

terça-feira, 21 de abril de 2015

SUPERAÇÃO: VOCÊ PODE SER UM VENCEDOR

A cada dia que passa, tenho visto a sociedade se fechar em uma bolha de pessimismo, de desânimo, de negatividade, mas ai me pergunto: - "Será que tudo é ruim nessa vida, nesse planeta?"
Claro que não, essa campanha de "negatividade" começa antes de mais nada na nossa TV, com programas policiais que exaltam a violência, com novelas onde o "melhor" personagem é o vilão malvado, a esposa que trai, o galã moral e eticamente questionável. Na escola, a "moderna" educação sempre dá moleza ao que não se esforça e ao preguiçoso(sou professor formado e com especialização). Na política se exalta o assistencialismo, promovendo dar o "peixe ao invés de ensinar a pescar". 
Mas ai começo a ver casos e mais casos de pessoas que saíram da condição de pobreza, da condição menos favorável possivel e que conquistaram seu espaço, sua independência, conquistaram seu SUCESSO. Eu mesmo vim de uma família numerosa, de nove irmãos, onde dividíamos até um ovo frito entre dois irmãos para que todos pudessem comer. Ingressei na faculdade com 33 anos de idade e com muita luta me formei e mudei minhas história, mas isso fica pra outra ocasião.

Vejo o caso do ex-pedreiro Gildásio Mota, ex-morador de uma humilde comunidade em Francisco Morato (SP), que saiu das obras, saiu de uma casa de favor (morava com parentes da sua esposa) e venceu no ramo das vendas diretas. Conquistando casa própria, carro importado com o seu próprio esforço. 
Mas ai alguém pode dizer que é um em mil casos, e tenho de concordar com quem pensa assim, sabe por que? Porque a grande maioria não quer sair da zona de conforto, a grande maioria está contaminada com a negatividade do "não posso, não consigo, é muito dificil, é impossivel", e essas pessoas muitas vezes nem tentam mudar sua realidade, nem se dispõe a conhecer algo que mude sua realidade, estão tão presas no mundinho de violência televisiva, de tragédias "novelescas"que as mantém em uma HIPNOSE viral, que não tem sequer disposição ou vontade de mudar de visão de mundo, de visão de vida. Vivem presos ao mundo de "Hardy" (personagem de desenhos) dizendo: "Oh céus, ohh vida, Ohh azar".
E como mudar isso? Simples, comece mudando sua mente. Feche as portas do negativismo televisivo, eu mesmo não assisto mais nada relacionado a novelas, muito menos programas policiais, tento me focar em coisas agradáveis, e noticias em geral. Leio livros que vão elevar minha auto-estima, me relaciono com pessoas de sucesso, ou que tem o mesmo objetivo de progredir de forma ética. Não me fecho quando uma nova oportunidade de aprendizado se abre, e não digo NÃO, de cara a uma nova perspectiva.
Seja tambem um arquiteto do seu novo futuro. Comece hoje a tentar algo diferente para que amanha você possa celebrar a mudança de vida, pois ela sempre começará dentro de sua mente.
Erickson Ribeiro
É formado em Letras e Literatura,
Pós Graduado em Educação Ambiental e Midias na Educação
Coach e lider de Grupos de Vendas


sexta-feira, 17 de abril de 2015

VOCÊ ESTÁ ENTUSIASMADO?

Muitas pessoas nesse mundo se fecham em uma concha de reclamações e amargura, mas essas pessoas precisam se entusiasmar. A palavra entusiasmo vem do grego “en-theos-asm” que significa “sopro de Deus dentro”. Se a respiração é nossa principal fonte de energia física, o entusiasmo é a principal fonte de energia motivacional. O entusiasmo gera uma imensa energia interna, dotada de um ânimo capaz de mover as pessoas adiante, com dedicação, paixão e força criadora, ainda que as condições não sejam as melhores, tanto que a experiência mostra que o sucesso e o êxito estão, na maioria das vezes, relacionados ao nível de entusiasmo das pessoas do que à sua capacitação técnica ou à abundância de recursos.
Quando existe entusiasmo, mesmo as tarefas mais chatas e difíceis são realizadas com empenho, dedicação e alegria. O entusiasmo inspira credibilidade, faz crescer a força de vontade, ajuda a renovar as forças e faz-nos ver a derrota como uma nova oportunidade para começar e fazer melhor.
Vamos nos entusiasmar, pois as pessoas positivas, entusiasmadas contagiam positivamente os que as rodeiam, já as chatas, amarguradas, infelizmente contagiam negativamente quem os rodeia, deixando todos com energia pesada e fora de foco. Seja Entusiasmado, esteja junto de Deus.
SUCESSO

domingo, 12 de abril de 2015

O ABACAXI

João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa.
Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:
— Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado.
O Juca,que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.
O patrão escutou atentamente e disse:
— João, foi muito bom você vir aqui.
Antes de tocarmos nesse assunto, tenho um problema para resolver e gostaria da sua ajuda.
Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço.
Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
João, meio sem jeito, saiu da sala e foi cumprir a missão.
Em cinco minutos estava de volta.
— E aí, João?
— Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
— E quanto custa?
— Isso eu não perguntei, não.
— Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
— Também não perguntei isso, não.
— Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
— Não sei, não…
— Muito bem, João. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco.
O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera a João:
— Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda.
Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor.
Em oito minutos o Juca voltou.
— E então? – indagou o patrão.
— Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal; e se o senhor preferir, tem também laranja, banana e mamão. O abacaxi é vendido a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascado. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles darão um desconto de 15%. Aí aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo – explicou Juca.
Agradecendo as informações,o patrão dispensou-o.
Voltou-se para o João, que permanecia sentado ao lado, e perguntou-lhe:
— João, o que foi mesmo que você estava me dizendo?
— Nada sério, não, patrão. Esqueça. Com licença.
E o João deixou a sala…
Tem muita gente assim. Acomodada, que não faz absolutamente nada além do que foi estritamente pedido ou solicitado. São pessoas que acham “que já fazem demais” e sentem-se os eternos injustiçados. Num mercado competitivo como o do mundo atual, quem for melhor, quem se esforçar mais, quem se interessar realmente pelo que faz, é óbvio, que vai galgar postos no ambiente de trabalho. Não se restrinja, não se limite, amplie seus horizontes. Só assim você vai se destacar e ter sucesso na sua vida profissional.

segunda-feira, 23 de março de 2015

CINCO LIÇÕES DE LIDERANÇA DO CAPITÃO KIRK


Empreendedores Lideres ou profissionais 
que desejam subir as escadas do sucesso,  
sempre podem ter dicas de gestão e das habilidades de liderança do Capitão James Tibérios Kirk, que lidera a equipe de Nave  Estelar USS Enterprise do universo de Star Trek. 
Enquanto lutava contra o notório vilão Khan Noonien Singh sem mostrar qualquer misericórdia ou contra o terrível Gorn em quem ele até mostrou certa simpatia, Kirk mostrou a maneira de como os homens 
responsáveis ​​devem agir. 
Apesar de ter 17 violações temporais em seu crédito, o Capitão Kirk sempre acreditou em um bem maior e nunca se importou com as repercussões das suas ações.
Aqui vamos dar uma olhada em cinco lições importantes do capitão estelar mais 
condecorado da Frota Estelar.

1. Há sempre uma maneira de vencer.
Como Kirk diz no episódio “A Quem os Deuses Destruíram"," Se isso acontece comigo,
acontece com você." Todos os dias nos deparamos com situações que parecem sem esperança. Mas, novamente, acho o pensamento à frente do seu tempo, e a vitória será sua assim como o Capitão Kirk saiu de uma situação sem saída e sem chances para uma vitória fantástica no teste do Kobayashi Maru tornando-se o único cadete a vencê-lo.
 
2. Não tenha medo. Você sempre pode superar o medo.
O encontro com centenas de diferentes obstáculos a bordo do USS ]
Enterprise, o Capitão Kirk nunca cai na armadilha do medo. Em vez de ter apreensão, ele é tomado pela admiração da situação difícil, vendo essas como oportunidades para se sobressair. Observe, avalie e decida.  Essas três palavras parecem ser o mantra que ajuda o capitão ao longo de sua carreira.
 
3. Nunca diga NUNCA, ao confronto!
Existe valor de uma diferença de opinião. 
Mas, nunca o deixe vir na forma de rebaixar a sua própria opinião, especialmente quando outros tentam intimidar você a aceitar seus pontos de vista. Como Kirk diz em 'Star Trek: A Série Clássica "-" Há certas coisas, que os homens devem fazer para 
permanecer homens ".
 
4. Assumir a liderança.
Ficar esperando que as coisas 
caíssem do céu nunca irá levá-lo a lugar algum. Antecipar dificuldades, mas nunca ficar para trás e antes de tudo, acreditar em você mesmo. Faça ajustes no curso ou rota para atingir seu objetivo, pois mudanças de estratégia são sempre possíveis. Não é de admirar que o Capitão Kirk consiga entrar em ação em primeiro lugar e, em seguida, se adapta as situações mais difíceis. "Intuição, mesmo que ilógica, é algo reconhecido como uma prerrogativa de comando", citando Kirk.
 
5. Escute os outros, mas você é o patrão da sua vida.
Enquanto Capitão Kirk sempre está aberto aouvir os conselhos de Spock e McCoy, ele 
sempre toma a decisão final. Como Kirk diz - "Uma das vantagens de ser um capitão é ser capaz de pedir conselhos, sem necessariamente ter de aceita-los". Existem maneiras de encontrar as melhores soluções por si mesmo do que seguir o conselho levado a você. Você é o patrão da sua vida. Não se sinta culpado de ignorar o conselho! Você é o patrão do seu sucesso. 

Não se sinta culpado de ignorar o conselho!

sexta-feira, 20 de março de 2015

Decisões E Atitudes


Quantas pessoas você conhece que desejam uma vida melhor, mas não fazem nada de efetivo para conquistá-la?
Muitas pessoas dizem: "Decidi emagrecer!" - Emagreceram? Não.
Outras pessoas dizem: "Decidi parar de fumar!" - Pararam? Não.
Há ainda os que dizem: "Segunda-feira começo a Academia! Projeto VERÃO!" - Fazem uma semana de academia e abandonam.
Existe uma grande diferença entre a decisão e a atitude.
As duas são escolhas, mas a decisão é uma apenas uma ideia, um pensamento, uma escolha "teórica", enquanto a ATITUDE é uma escolha colocada em prática. Atitude é ação. É movimento. Atitude gera resultados!
Também não adianta ter iniciativa 10 e persistência 0. Os resultados só aparecem se você mantiver os esforços ao longo do tempo. É preciso muita disciplina e persistência.
O filósofo Aristóteles já dizia: "Nós somos o que repetidamente fazemos. Portanto, a excelência não é um feito, e sim um hábito."
Nós somos filhos das nossas atitudes! Reflita sobre isto!
Fonte: Carlos Hilsdorf

sexta-feira, 13 de março de 2015

O QUE O MARKETING MULTINÍVEL REPRESENTA PARA A ECONOMIA?

Diferente do Brasil, outros países já demonstram um grande crescimento econômico neste setor. Segundo a Direct Selling Association (DSA):

  • 27% do PIB americano são provenientes da indústria do Marketing Multinível;
  • 24% do PIB japonês é proveniente da indústria do Marketing Multinível;
  • 20% dos milionários americanos construíram sua fortuna com negócios baseados em Marketing Multinível;
  • O setor já representa 96,7% do faturamento do setor de Vendas Diretas.
Nos Estados Unidos, empresas como Coca-cola, Colgate Palmolive e Cit Bank, têm suas próprias divisões do Marketing Multinível ou utilizam da estrutura de empresas do setor para escoar alguma linha de produtos, com características relacionadas a esse sistema de vendas. Como podemos perceber, algumas empresas que atuam no Brasil com venda direta mononível perceberam a tendência de mercado e desenvolve suas atividades fora do país como marketing multinível.

Fonte: site vendasdiretas.com.br
No Brasil, esse modelo de negócio desembarcou em 1991, mas somente agora começou a se maturar. Em 2013 foi faturado UU$ 166 bilhões no mundo com vendas diretas onde, de acordo com a ABEVD, o Brasil é o 4º lugar com 38,8 bilhões. Para endossar as afirmações de que o Brasil crescerá nesse mercado, além do desenvolvimento incontestável das tradicionais empresas do setor, como Herbalife, Mary Kay, Novety Cosméticos e Amway Corporation, alé de muitas outras do segmento, podemos apontar a possível entrada de algumas gigantes tradicionais como Unibanco, TAM Linhas Aéreas, Itaú, Banco do Brasil.

A comum confusão: Marketing Multinível X Pirâmide financeira

Há no mercado algumas empresas que se disfarçam de marketing multinível, porém são de esquema Ponzi ou mais conhecida como pirâmide financeira, tornando-se cada vez mais comum.
Um dos primeiros registros datam no ano de 1920 tendo como principal figura o ítalo-americano Charles Ponzi, o autor da maior fraude já registrada. O esquema Ponzi é baseado em pessoas e não em produtos e configurado como crime na maioria dos países. As principais características para recrutar novos distribuidores são:
  • Promessa de altíssimos rendimentos em curto prazo;

  • Adesões Caras;

  • Obtenção de rendimentos financeiros que não estão bem documentados;
  • Geralmente dirigido a um público não financeiramente esclarecido;
  • Ausência de produtos, ou produtos digitais fantasiosos, uso de produtos que são vendidos a um preço com alto valor referente ao preço real de mercado (superfaturados) ou até mesmo produtos sem relevância alguma (ex. disquete, produtos sem permissão de venda ou ausência de regulamentação dos órgãos competentes – ANVISA, ANATEL, etc.). A venda dos produtos é considerada atividade secundária, já que o mais importante é recrutar novas pessoas;
  • Movimentação apenas de dinheiro;
  • Nenhum vínculo com leis e arrecadação de impostos federais (Sedes em Hong Kong, Singapura ou Paraisos Fiscais) . Em geral, os participantes acabam "pagando para trabalhar".

Quem recomenda trabalhar com o marketing multinível?

Algumas personalidades e autores renomados e reconhecidos internacionalmente recomendam o marketing multinível. Cientificam que é possível começar com um baixo investimento, possibilitando ter uma renda extra ou até mesmo estimulam criar um negócio próprio, dependendo do objetivo do interessado. Indicam também pelo desenvolvimento pessoal e profissional onde muitas vezes é visto como uma escola de negócios onde é possível desenvolver inúmeras habilidades tais como: liderança, oratória, resiliência, capacidade de trabalhar e desenvolver equipes dinâmicas.

Os autores que mais indicam esse mercado são: Robert Kiyosaki, Donald Trump, Max Gehringer, Roberto Shiniashik, entre outros. Além disso, o marketing multinível ganhou espaço nas grades curriculares em muitas universidades.
O marketing multinível cresce a cada dia no país e traz a proposta de desenvolver o empreendedorismo, sem necessidade de um alto investimento inicial. Apesar do Brasil ainda estar no início da expansão desse mercado, é visível a tendência desse modelo de negócio no exterior, onde também é desenvolvido em busca de uma aposentadoria digna e independente, como mostra um artigo da Forbes, recentemente publicado.
Além da possibilidade de abrir o próprio negócio, o marketing multinível possibilita mudança de estilo de vida através de seus produtos – normalmente de alta qualidade – e um moderno modelo de negócio. É uma ótima oportunidade para quem busca complementar sua renda, construir riqueza e sair do tradicional modelo industrial de trabalho: das 8h às 18h. E sim, você não será pago como empresário se o encarar como um hobby.
Fonte: http://www.administradores.com.br/ 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

TRABALHO OU EMPREGO???

Por Erickson Ribeiro

Todos os dias vejo pessoas em busca do chamado "emprego", o de carteira "a$$IM nada", porque digo isso? As pessoas querem a falsa segurança de ter um fixo, mesmo que seja apenas um salário mínimo e deste valor não passe, mas não se dão conta do grande filão que existe hoje em dia dos trabalhos onde você é o empreendedor, com altos índices de remuneração e onde você é recompensado pelo seu esforço ou pelo seu desempenho. Esquecem esses que querem a falsa segurança de que o comércio formal também age assim, com base em comissões, e que se você não cumprir metas estará também no "olho da rua". Logo, cumprir metas e se esforçar para vender pode ser feito no seu próprio negócio de vendas e com remunerações realmente fantásticas. Conheço pessoas que hoje ganham entre 3 mil  12 mil somente com o mercado de vendas diretas. Muitos vem com a conversa mole de: "não dou pra isso", mas "dão" para ganhar pouco e serem escravos de empresas onde se trabalha muito e se ganha pouco. Tem preguiça de aprender, ou medo de tentar algo realmente lucrativo e rentável. Ou contrário também vejo gente arriscar muito dinheiro em pirâmides financeiras, muitas vezes pegando dinheiro emprestado para "investir" nas falcatruas querendo o dificil "dinheiro fácil". Por que será? As pessoas na verdade não querem trabalhar, querem o pouco sem esforço ou o "certo" mesmo sem segurança.  Na contramão desses acomodados com a vida ou medrosos, existem empreendedores que mudaram de vida, sairam da favela, ou da vida das dívidas por uma independencia financeira real, baseada no trabalho, no esforço em equipe e na real visão de mudança.
Quem é você neste cenário? Aquele que quer o enganoso ganho "certo" onde nunca progredirá nem realizará pequenos ou grandes sonhos? Ou é o sonhador em busca de uma grande oportunidade para que realmente saia do vermelho?
Se tem um sonho e quer fazer diferente, entre em contato conosco, temos uma proposta real de trabalho, não de emprego.



Por Erickson Ribeiro Novety
Ex-Professor do SENAC, do CCAA , Formado em Letras, Esp.em Educação Ambiental e Midias na Educação, Palestrante, Profissional de Vendas, Lider da Novety Cosméticos

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

História do Marketing Multinível e das Pirâmides Financeiras

 Por Karen Rossi Florindo
Da criação da AVON em diante, muitas empresas inovaram, desenvolveram métodos de comercializar seus produtos até surgir o marketing multinível tal qual conhecemos hoje.
1941 foi ano em que Dr. Carl Rehnborg, médico, químico e industrial revolucionou a maneira de distribuir produtos nos Estados Unidos, lançando uma variante das chamadas vendas diretas. Sem intermediários, o pagamento não era restringido ao primeiro nível, mas se estendia a demais níveis da organização.
Carl Rehnborg, em meio aos estudos, percebeu que o ser humano não consumia a quantidade necessária de vegetais e desenvolveu uma técnica de desidratação e concentração dos materiais mais ricos em nutrientes, com o objetivo de acoplá-los em cápsulas e tabletes.
Nasce então, em 1939, a empresa Nutrilite, fundada por Carl Rehnborg. Porém, algo de novo também nascia com esta empresa: Carl passou a pagar não só o bônus com as vendas das pessoas diretamente cadastradas, mas ofereceu a seus distribuidores a chance de ganhar bonificação também com as pessoas que seus patrocinados diretos traziam para a empresa.
Esta forma de bonificação foi revolucionária na época, pois se pagava ao distribuidor vários níveis de sua organização, daí o nome “multinível”. Ademais, a remuneração era maior e mais sólida.
Todavia, um trágico momento da nossa história interrompeu, de certa forma, o avanço do multinível. A Segunda Guerra Mundial trouxe com ela o incentivo à indústria bélica e a tudo que a ela se relacionava, mas enfraqueceu todos os demais mercados, que se mantiveram estagnados até o seu término. E somente após o fim da guerra, quando as economias voltaram a aquecer, que o multinível continuou a se expandir mundo afora.
As décadas de 50 e 60 chegaram, e trouxeram duas importantes empresas do marketing de rede no mundo: Mary Kay e Amway.
Sobre a primeira, trata-se de uma empresa fundada e liderada por uma mulher, a Sra. Mary Kathyn Wagner. Criada somente para mulheres, as premiações e os presentes oferecidos pelo desempenho das distribuidoras eram joias caras e um Cadillac cor-de-rosa, produzido especialmente para a empresa. A Mary Kay existe até hoje e é uma das maiores empresas do ramo, extremamente respeitada e conhecida pelo público feminino, principalmente pelos automóveis cor-de-rosa que circulam como uma marca registrada do negócio.
Em 1959, Jay Van Andel e Rich De Vos, ambos funcionários da Nutrilite, fundaram na garagem de casa a empresa American Way Association, mais conhecida como Amway. O negócio começou com a distribuição de produtos de limpeza para o lar, mas o sucesso foi tamanho que chegaram a comprar a própria Nutrilite, empresa pioneira no ramo.
Nesta época, o multinível já incomodava muitos setores, principalmente o mercado tradicional, que se via ameaçado diante de tanta inovação. Nos anos 60, milhares de denúncias foram feitas na imprensa americana, acusando empresas Multinível de serem “pirâmides” disfarçadas.
A proporção das acusações foi enorme, ao ponto de inúmeros processos judiciais serem distribuídos, na tentativa de responsabilizar estas empresas. Entretanto, o processo mais famoso e significativo foi da Amway.  Em 1975, a Amway foi acusada de praticar “pirâmide”, e contra ela foi distribuída uma ação judicial pela Federal Trade Commission.
Destinaremos um capítulo deste estudo somente para analisar o caso concreto, afinal, trata-se do mais importante e notável da área, mas por ora basta sabermos que em 1979 foi proferida a Decisão nº 93.618, denominada Regulamento da Amway, na qual é reconhecida atividade de marketing multinível como um negócio legítimo e legal.
A partir deste momento, com a declarada legalidade do negócio, milhares de empresas foram criadas nos Estados Unidos, em média, uma nova empresa a cada dia. Por óbvio, a “seleção natural” do mercado se incumbiu de separar as empresas que realmente acreditavam no modelo de negócios daquelas que somente visavam embarcar no sucesso por ele alcançado e extrair dele a maior margem de lucro possível.
Ademais, não se tratava apenas de acreditar fielmente no modelo de negócios, mas de ter a competência necessária para desenvolvê-lo, seguindo seus preceitos à risca. Desta forma, é natural que pouquíssimas empresas sobrevivessem à “agitação pós-decisão da Amway”.
E sobre este aspecto do negócio, vale a pena abrir um espaço da discussão para estabelecer algumas observações relevantes.
Primeiramente, toda empresa de multinível que se preze está estruturada em conceitos de solidariedade e sucesso mútuo. E a extensão destes conceitos não se restringe aos distribuidores entre si, mas também no relacionamento empresa-distribuidor. É necessário que a empresa valorize cada um de seus distribuidores, e que dê a eles todo o apoio preciso para a construção de um negócio sólido.
Além disso, nenhuma empresa de multinível sobrevive sem que tenha produtos ou serviços de excelência. É imprescindível que o produto vendido ou serviço prestado pela empresa tenha a melhor qualidade do mercado, e é exatamente isto que vai proporcionar a solidez e a longevidade da rede de distribuição.
O distribuidor usa sua rede de relacionamentos para fazer circular os produtos/serviços que fornece. As redes de relacionamentos são baseadas na confiança depositada uns nos outros, motivo pelo qual se eu fornecer um produto de qualidade questionável, além de perder o cliente-contato, deixarei de atingir clientes potenciais, pertencentes à minha rede de relacionamentos e à do meu contato.
Feitas as observações pertinentes, que serão melhor analisadas posteriormente, voltemos à evolução do marketing multinível no mundo.
Após despontarem no cenário mundial muitas empresas de marketing de rede, poucas sobreviveram e conseguiram se firmar no mercado. Um importante jornalista do ramo, chamado Richard Poe, escritor de vários best sellers sobre o assunto, dividiu a evolução do multinível em 5 grandes “ondas”.
A primeira “onda” tem seu momento histórico entre 1941 e 1979, ou seja, desde o nascimento do multinível, com a criação da Nutrilite, até a decisão do Federal Trade Comission sobre o caso da Amway. Este período é caracterizado pela forte competição entre empresas de multinível legítimas e empresas que, aproveitando o sucesso do ramo, praticavam “pirâmides” mascaradas de marketing de rede.
A segunda grande “onda” ocorreu entre 1980 e 1989, época em que os computadores e as facilidades tecnológicas passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas, encorajando ainda mais o surgimento de inúmeras empresas de multinível, mas quase todas não sobreviviam ao 2º ano.
A partir de 1990, houve uma maior regulamentação sobre o assunto, surgiram diversas normas para balizar o funcionamento das empresas de multinível que fizeram bom proveito da automação trazida pela tecnologia. Até mesmo os cálculos de comissões e bonificações passaram a ser feitos por computadores, encerrando, então, a terceira “onda” em 1999.
Os anos 2000 em diante marcam a quarta “onda”, momento em que o setor expande mais do que qualquer outro no mundo, e passa a ser visto pela maioria das pessoas com mais seriedade e como uma oportunidade de negócio primário, e não mais secundário.
Atualmente, diversas figuras influentes do cenário mundial escrevem e recomendam o multinível como oportunidade de negócios, é o caso de Robert Kyosaki e Donald Trump. A associação deste modelo de negócio com a internet, facilmente acessada pelos smartphones, tablets, computadores pessoas e portáteis, faz do momento atual o que chamam de quinta “onda”, na qual as pessoas associam a facilidade de ampliar o network ao marketing de rede, fatrando mais do que era possível em épocas passadas.

História no Brasil

O início das vendas diretas no Brasil se deu por volta de 1960, através da AVON. Na década de 70 surgiram as primeiras empresas de multinível no Brasil, vindas dos Estados Unidos. Todavia, nenhuma delas durou até os dias de hoje, principalmente pela dificuldade logística da época, os distribuidores tinham de estocar grandes quantidades de produto, e pelo enorme trabalho de calcular os bônus a serem pagos aos membros da organização, tudo feito manualmente, um a um.
Deste modo, é possível afirmar que o início oficial do marketing de rede no Brasil ocorreu na década de 90, ano em que as primeiras empresas chegaram ao Brasil e aqui se desenvolveram até os dias de hoje.
Foi nesta década que empresas como Amway, Herbalife, Mary Kay, Yves Rocher, Oriflame e Cosway chegaram ao Brasil, com o objetivo de implantar aqui o mesmo sucesso obtido nos Estados Unidos e no mundo.
Além das estrangeiras, algumas empresas brasileiras foram fundadas nesta época, como Odorizzi, Vitória M.R. e Netfood.
Contudo, é notório que a história do Brasil no Marketing de Rede está, pelo menos, 40 anos atrasada em relação aos Estados Unidos, referência no ramo. A década de 90 trouxe uma onda de inovação ao Brasil, que se destacou nas vendas de empresas da área em curto prazo, mas que custa a se solidificar até hoje.
A maior empresa de multinível do mundo não vingou no Brasil, por motivos que até hoje não são pacificados, mas críticos afirmam que a Amway não prosperou, pois aplicou aqui as mesmas estratégias usadas em território americano e, por óbvio, o povo brasileiro ainda não está amadurecido o suficiente para desenvolver com habilidade esta atividade.
Mas, ressalvas sejam feitas, pois a Herbalife, a Mary Kay, a Tuppeware e a Forever, por exemplo, são donas de uma parcela significativa do mercado nacional. Muito embora devemos admitir que possuem um faturamento aquém do que o Brasil poderia oferecer.

História das Pirâmides Financeiras

Evolução no Mundo

Os primeiros registros que se tem do esquema de pirâmides financeiras remontam ao século XIX, aproximadamente em 1870. Baldomera Larra Wetoret foi a responsável pela criação de uma estrutura altamente rentável e fraudulenta, bastante copiada por seus “sucessores”.
O mais espantoso em toda essa história é o fato de que, à época, a figura feminina tinha pouco ou quase nenhum valor na sociedade, sempre às margens e obedecendo a ordens. Mas foi exatamente uma mulher, após se separar do marido, quem articulou um dos golpes mais famosos da história.
Baldomera, inconformada em ter de pagar grandes quantias de juros por conta dos empréstimos contraídos após a separação, arquitetou, então, uma estratégia para duplicar o dinheiro de quem lhe confiasse.
Cumprindo o prometido, centenas de pessoas a procuravam para investirem suas economias e obterem rendimentos significativos. Sua fama percorreu por Madrid, e ela acabou por fundar a Caixa de Depósitos, local onde se formavam longas filas de novos investidores. Calcula-se que o esquema abrangeu cerca de 5 mil pessoas e que ficou conhecido internacionalmente.
Baldomera fora a grande inspiração para Charles Ponzi. Na década de 20, nos Estados Unidos, o italiano Ponzi arquitetou a maior fraude do século, um esquema que arrecadou cerca de cinquenta bilhões de dólares.
Ponzi prometia rentabilidades astronômicas advindas da arbitragem com cupons postais de respostas internacionais. Charles fez bastante sucesso com suas promessas, até que o esquema implodiu e ele foi preso. E este foi o mesmo destino de Baldomera, após fugir com todo o dinheiro para a Inglaterra, foi extraditada e condenada a seis anos de prisão.
Outro golpe bastante conhecido foi o da Dona Branca, ocorrido em Portugal. Maria Branca dos Santos, conhecida como “Banqueira do povo”, era uma mulher bastante inteligente e bem relacionada com os números, muito embora não tenha concluído o primário. Era famosa pela honestidade e pelo grande carisma que possuía, que foram aliados para aplicar seu golpe com sucesso.
Na década de 50, época em que Portugal passava por enorme recessão, com níveis de pobreza alarmantes e sob a ditadura de Salazar, há registros de que ela iniciou os seus trabalhos de “banqueira”, que atingiu o ápice na década de 80. O método consistia no depósito de quantias que rendiam cerca de 10% e de empréstimos a juros exorbitantes.
O sistema de investimento fez muito sucesso, sendo noticia na impressa nacional e internacional. Entretanto, prevendo a ruína do negócio, o governo português foi à televisão advertir os portugueses do problema que estava por vir. E, por óbvio, todos os investidores ficaram apavorados e foram retirar suas economias. E qual não foi a surpresa? Não tinha dinheiro para todos.
Dona Branca ainda tentou restituir o dinheiro aos investidores passando cheques, mas a tentativa foi inútil, os cheques não tinham fundo. Ela foi julgada pelo Tribunal português e condenada a 10 anos de prisão. Morreu cega, bastante debilitada e na miséria. A história da Dona Branca foi reproduzida em uma novela que foi ao ar em 1993, com altos índices de audiência.
Infelizmente, são muitos os possíveis exemplos de pirâmides financeiras bem sucedidas, a imaginação do ser humano é ilimitada, principalmente quando usada para transgredir regras. Seria possível escrever muito sobre a história das pirâmides financeiras, contar diversos exemplos, mas não é o foco do presente trabalho. Por ora, vamos examinar um último golpe aplicado, pois foi de grande importância no cenário mundial.
Bernard Madoff tinha um currículo de impressionar qualquer investidor: ex-presidente da Nasdaq, ex-diretor de diversas empresas, participante de destaque em ações beneficentes e figura de grande admiração e respeito em Wall Street.
Ninguém desconfiaria, e ninguém, de fato, desconfiou que ele construía um bilionário esquema. Era possuidor de clientes com grande poder aquisitivo, era influente e articulado. Deste modo, prometia rendimentos de 1% ao mês àqueles que confiavam seus investimentos a ele. E, sob a alegação de que não poderia revelar sua estratégia de investimentos, jamais revelou como conseguia rendimentos tão elevados, mesmo em épocas de crise. O que mais tarde foi descoberto.
Madoff se valia do esquema financeiro mais famoso: pirâmide financeira. Em 2009, alguns de seus clientes o procuraram com o objetivo de levantar seus investimentos. E, mais uma vez, não havia dinheiro para todos os investidores levantarem.
Foi um escândalo à época, um senhor com uma reputação tão nobre e ilibada no mercado financeiro aplicou um golpe que desfalcou em mais de 50 bilhões de dólares vários investidores, inclusive de bancos como o Santander e o HSBC.
Os impactos deste golpe são sentidos até hoje no mercado mundial. Madoff foi condenado a 150 anos de prisão e aos 76 anos de idade, cumpre pena em Carolina do norte.
Em todos estes golpes podemos observar a criação de uma estrutura de negócio absolutamente insustentável. Pagava-se os integrantes mais antigos com o dinheiro dos novos adeptos, não existia em nenhum dos casos o exercício de uma atividade empresária. Instaurou-se uma instabilidade econômica no local em que atuaram por conta da especulação financeira criada. Os mentores dos golpes gozavam de credibilidade e de boa reputação perante a sociedade, prometendo ganho de dinheiro de maneira bem mais fácil.
O caso do Madoff é recente, foi descoberto há apenas 5 anos e possui a mesma estrutura da pirâmide financeira de Baldomera, do século XIX. É preocupante perceber que, por mais tempo que se passe, o mesmo golpe é aplicado sob novas faces, causando enormes prejuízos à sociedade, principalmente em era de globalização.

História no Brasil

O Brasil é um campo fértil para proliferação de golpes. Sabemos que a criatividade e o famoso “jeitinho brasileiro” são capazes de alcançar resultados incríveis.
Pois não deixamos a desejar, também tivemos casos emblemáticos de golpes que atingiram muitas pessoas, inclusive famosas. Em 1988 foi fundada a Fazendas Reunidas Boi Gordo, uma empresa famosa se destacou no cenário nacional na década de 90. Sua atividade consistia na criação de bezerros e engorda de bois, captando investimentos, prometendo a expansão do negócio e um rendimento muito acima de qualquer investimento convencional. 
Os contratos de investimento coletivo prometiam rendimentos de pelo menos 42% em um ano e meio, atraindo milhares de investidores, principalmente de classe média. A procura pelo negócio foi grande, o sucesso atingiu níveis consideráveis, chegando ao ápice quando televisionava anúncios nos intervalos da novela O Rei do Gado, em horário nobre, feitos pelo ator Antonio Fagundes, que dizia “Faça como eu, invista com a Boi Gordo!”.
A credibilidade que um ator global transmitia tornava improvável que aquela empresa fosse desonesta. Ademais, diversos artistas e celebridades passaram a investir suas economias nas Fazendas Reunidas Boi Gordo.
O problema veio no começo dos anos 2000. A empresa não tinha mais capital para sacar os resgates solicitados, trazendo a baixo toda sua estrutura e credibilidade construídas na década anterior.
O modus operandi da Boi Gordo era o mesmo das demais: pagava-se os supostos rendimentos com o dinheiro dos novos integrantes. E, como todas as demais, a estrutura não se sustentava, causando enorme prejuízo para a sociedade.
A falência da empresa fora decretada em 2004, mas o processo falimentar ainda tramita. Já na esfera penal, o Superior Tribunal de Justiça, reconhecendo a prescrição, cancelou a ação penal.  
Também em 1988, foi criada a empresa Avestruz Master, em Goiânia. A empresa oferecia contratos de compra e venda de avestruzes, com promessa de recompra dos animais. Em tese, os investidores compravam a ave nova, e a empresa recomprava o animal para o abate e exportação.
Entretanto, tudo isso somente acontecia na teoria. Na prática, a empresa que dizia possuir 600.000 avestruzes tinha cerca de 38.000. Eram investidas enormes quantias em propagandas do negócio, ao passo que os valores gastos com ração eram ínfimos.
O esquema atraiu aproximadamente 40.000 vítimas, sendo 30.000 somente em Goiás. Em 2005 o negócio rompeu, e seus sócios fugiram para o Paraguai. Em 2010, a Justiça Federal condenou os filhos e o genro de um dos sócios a 12 e 13 anos de prisão, bem como indenização aos investidores no montante de R$ 100.000.000.
O mais recente caso de esquema ocorrido no Brasil foi o da Telex Free. A empresa foi conhecida no Brasil por oferecer um sistema de telefone pela internet, o Voip (Voice Over Internet Protocol), mas seu maior destaque não estava no produto e sim na possibilidade de criar uma grande alavancagem financeira.
Desta forma, os divulgadores da empresa deixaram para segundo plano, muitos mal sabiam explicar seus benefícios, pois o principal objetivo saiu da esfera da comercialização do produto e foi para o recrutamento de novos adeptos, já que este era mais lucrativo a curto prazo.
Os divulgadores organizavam reuniões para apresentar o negócio que desenvolviam, mostravam os altos rendimentos, vendiam um estilo de vida com luxo e ostentação. Falavam, as vezes abertamente e em outras insinuavam de maneira agressiva, que não era necessário trabalhar para alcançar aquele patamar e, que se fosse, era fácil e sem grandes esforços.
Todo o mérito do suposto negócio que era desenvolvido ficará para análise e capítulo posterior, por hora vale dizer que a empresa começou a atuar no Brasil no começo de 2012 movimentando cerca de R$ 300.000.000,00 neste ano e recrutando aproximadamente um milhão de pessoas, até julho de 2013, quando foi impedida de continuar suas atividades pela Justiça brasileira.
A demanda ainda está pendente de julgamento, muitos divulgadores protestaram contra a decisão concedida em sede de liminar pela Justiça do Acre, outros tantos se sentiram enganados. Fato é que a solução para esta questão está sob responsabilidade do Poder Judiciário. Veremos em alguns meses qual o entendimento daquela corte sobre um tema tão polêmico.

Referências Bibliográficas

ARAGÃO, Paulo de Tarso. Pequena história do marketing multinível. Recife: Comunigraf Editora. 2009.
BORGES, Fernanda. TRF mantém pena para réus do caso Avestruz Master e nega indenizações acesso em: 14 de Março de 2014.
CHASE, Pirâmide de Madoff ainda impacta nos lucros do JPMorgan acesso em: 10 de Março de 2014.
ÊXODO, A Bíblia Sagrada. 4ª Ed. Tradução por João Ferreira de Almeida. Santo André: Geográfica Editora, 2004. 
FAGUNDES, Propaganda Boi Gordo Antonio acesso em: 30 de Março de 2014.
FAVARO, Thomaz. Golpes de 50 Milhões de Dólares acesso em 10 de Março de 2014.
GRACIOSO, Francisco; NAJJAR, Eduardo Rienzo. Marketing de rede: a era do supermercado digital. São Paulo: Atlas, 1997.
PACHECO, Paula. A história de Ponzi mostra que um dia a pirâmide cai acesso em: 10 de Março de 2014.
POE, Richard. Tudo Sobre Network Marketing. Editora Record. 1993.
PORTUGAL, "Pirâmide" liderada por idosa completa 25 anos em acesso em: 25 de Março de 2014.
STREET, Jonathan T. Secrets to Succeding in Network Marketing Offline & Online: How to Achive Financial Succes Selling Network Marketing Products & Services. Estados Unidos da América. Atlantic Publishing Company. 200ORRES, Rosana. Conheça a mulher que criou o golpe da pirâmide acesso em: 15 de Março de 2014.

Fonte: http://jus.com.br


sábado, 22 de novembro de 2014

"PEDINTES DO MMN"



Pessoas são interessantes. Adoram ser ajudadas, mas não querem fazer sua parte, e pagar o preço. Não querem sair da zona de conforto, não querem se esforçar, não querem mostrar o plano. Mas querem tudo pronto e se possivel que voce coloque a "comida na boca delas". Nos negócios não é diferente. As pessoas querem ser "patrocinadas literalmente" (que paguemos seus cadastros) que indiquemos pessoas, ainda acham ruim quando não produzindo, mesmo depois de todo apoio, horas orientando, (tempo é dinheiro) e não fazendo absolutamente nada, partimos para apoiar quem quer fazer o negócio, para dar total apoio, e essas ficam chateadas, enciumadas ou magoadas. No começo um grande bla-bá-blá de que tem "trocentas" pessoas para cadastrar, etc, etc, mas não fazem o que tem de fazer, não caçam seu sucesso. Ainda existem os "supostos lideres" que vivem pulando de galho em galho buscando a melhor oferta para migrarem suas equipes. Pedem Kits, pedem cadastros pagos com a velha promessa de "trazer todo grupo". Pura ilusão, não caiam nessa, são verdadeiros "mendigos do MMN", não tem dinheiro para participar de negocios legitimos e AINDA FICAM MENDIGANDO cadastros e posições.
Agora, honestamente, quem se arrebentou e arrumou 2 mil, 20 mil para investir em pirâmide, não conseguir 300,00 para entrar em uma negócio legitimo tem alguma credibilidade??? Com raríssimas excessões, NÃO

Depois que não fazem nada, ficam reclamando da empresa, dos uplines, quando a culpa é delas mesmo.

APRENDAM, QUEM PAGA CADASTRO PARA OUTROS SÓ TEM PREJUIZO E DOR DE CABEÇA

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A PROSTITUIÇÃO DO MMN ATUAL - A "Ascensão do LADO NEGRO DA "FORÇA""

Empreendedor com 20 anos de experiencia em marketing Multinivel 
Escritor do Blog Vendas e Oportunidade a 6 anos.
Lider ouro da Novety Cosméticos
Sabemos que em todos os segmentos da sociedade temos bons e maus elementos. Infelizmente no ramo de marketing de relacionamentos, parece que as pessoas tem colocado valores e posições acima da ética. Quantas vezes gastei tempo, raciocínio e dei informações valiosas que colhi com minha experiencia e vivencia neste mercado? De repente a pessoa se cadastra com outrem, pois recebeu alguma "vantagem", ou kit pago, ou promessas de vantagens quaisquer. Claro que a pessoa é livre para se cadastrar com quem quiser, mas temos uma certa ética no MMN. Acontece que as vezes, o próprio empreendedor é ludibriado por esses elementos que nem citam que ja conversaram com outra pessoa, justamente esperando o "quem dá mais". Esse tipo de pessoa é nefasta e não produz, pois da mesma forma que se vendeu pra você, ou para outro crossline ou até mesmo downline (sem seu conhecimento), este o fará quando aparecer um outro negócio "hiper-mega-ultra-arrazator-tabajara", e fará o mesmo jogo sujo. Por outro lado, temos os "supostos" lideres, que mesmo sabendo que outro ja apresentou o negocio, tenta puxar esse cadastrado para sí. Lembrando: a pessoa É LIVRE para entrar com quem quiser. Já passei por isso, e sempre passaremos, pois como ja disse, e repito: "maus elementos existem em todos os segmentos, profissionais, religiosos, politicos (principalmente) e sociais", as vezes alguns em sua inocência o fazem sem perceber que aquilo não é adequado (raras ocasiões). Logo não é nenhuma novidade. O que deve haver é o cuidado do empreendedor para não sujar seu nome com pessoas de tão baixa ética (OU FALTA DELA), portanto, segurem as emoções quando algum "bam-bam-bam" do MMN querer entrar no teu grupo. Em muitos casos ele vai prometer "mundos e fundos, de trazer toda rede da antiga empresa etc,etc,etc", e no final das contas, será como em muitos casos: "muita farinha é sinal de pouca carne no churrasco". Portanto sugiro trabalhar com gente de fibra, que está acostumado com MMN de produtos, que sai na rua, que mostra o plano, que cadastra, que vende, pois de "propaganda enganosa" estamos cheios. Lider de verdade NÃO SE VENDE, NÃO PERDE A ÉTICA, e não cai em roubada.
Volto a dizer: quem vende passe é time de futebol, 
Quem dá as coisas de graça é casa de caridade.
Estamos em um negócio.